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Dá para usar sites de relacionamento como o LinkedIn e o Facebook para conhecer fornecedores e conquistar novos clientes. Saiba como.

Por Viviane Maia

Quando o assunto é rede social, não há quem não se lembre do Orkut. Não é para menos. Hoje, cerca de 20 milhões de internautas brasileiros entram nesse site de relacionamento para deixar recados, reencontrar amigos e participar de comunidades, inclusive aquelas nas quais se podem expressar opiniões sobre produtos e serviços. Usadas a princípio para o lazer, as redes sociais começam aos poucos a discutir assuntos mais sérios. Há sites de relacionamento que apostam numa proposta diferente e servem de interface para a conversa entre empresário e fornecedor, parceiros e clientes. Ou até mesmo prospectar novos profissionais. ‘As redes sociais servem como um instrumento muito positivo para interagir com seus contatos. Em alguns casos, é possível criar ações de marketing específicas para esse público’, afirma Marcelo Sant’Iago, diretor de novos negócios da MídiaClick, agência especializada em marketing digital.É o que costuma fazer Fábio Seixas, dono da Camiseteria.com , loja virtual de camisetas. A empresa conta com uma comunidade no Orkut com 2.900 internautas e participa da rede social Twitter, cuja troca de mensagens se dá pela internet e também por torpedos telefônicos, com mais de 2.200 seguidores, como são chamados os cadastrados do Twitter. Seixas afirma que essas ferramentas são úteis para ouvir o que os clientes desejam, encontrar designers para estampas de camisetas e divulgar promoções. ‘Em alguns casos, fazemos promoções para os seguidores do Twitter e, com certeza, isso se reverte em vendas’, afirma ele.

A seguir, conheça alguns desses sites que permitem que você entre na era das redes sociais. ‘Na maioria dos casos, vale sempre pedir permissão aos seus clientes para convidá-los a participar da comunidade. Depois disso, é só aproveitar esse canal aberto de comunicação’, afirma Seixas, da Camiseteria.com.

>>>Emprelink
www.emprelink.com.br
CARACTERÍSTICAS: ao se cadastrar, cada empresa cria a sua página e pode colocar vários funcionários para fazer o papel de interlocutor com parceiros, fornecedores e seus contatos em uma rede de, atualmente, cerca de 450 empresas. As empresas podem receber notas que atestem sua competência no mercado pelos integrantes da sua rede. Além disso, pode criar ou participar de comunidades on-line para troca de experiência e solução de dúvidas. Há ainda a possibilidade de se cadastrar para vender produtos, mas não há transação pela rede.
PREÇO: há três categorias: o básico (gratuito), o premium (R$ 148 ao ano) e o gold (R$ 268 ao ano). Quem paga mais aparece no topo da lista quando um interessado faz uma pesquisa.

>>>Facebook
www.facebook.com
CARACTERÍSTICAS: é uma das redes sociais que mais crescem. Segundo informações da ComScore, o Facebook tem em média 125 milhões de acessos no mês, contra 115 milhões do MySpace (a rede concorrente). No Brasil, a participação do Facebook ainda é pequena, com cerca de 130.000 usuários contra 27 milhões do Orkut, do Google. Você se cadastra como pessoa física, mas o site tem uma área dedicada a negócios. Ali dá para fazer enquetes junto à comunidade ou para mandar mensagens específicas, divididas por sexo, idade, etc. O Facebook permite receber retorno direto de seus clientes quanto a serviços ou produtos. O site gera estatísticas completas de audiência na página da empresa.
PREÇO: gratuito.

>>>KickStart
http://kickstart.yahoo.com
CARACTERÍSTICAS: a nova rede do Yahoo! é uma opção para as empresas que procuram estudantes e recém-formados para integrar suas equipes. Eles entram no site e cada um monta o seu perfil, formando um grande banco de currículo. O mecanismo utilizado por esta rede é o de indicações, já que interliga estudantes por instituições de ensino e preferências de empresas. Assim, se um estudante faz o seu perfil e diz ser aluno de uma determinada faculdade, um professor da instituição valida a informação. Como é uma rede nova, conta com poucos brasileiros inscritos.
PREÇO: gratuito.

>>>LinkedIn
www.linkedin.com
CARACTERÍSTICAS: é uma das redes profissionais mais famosas existentes na internet. Em inglês, cria uma conexão entre profissionais de diversos ramos de atividade. Em geral, é usado como um canal para promover trabalhos autônomos ou contratar profissionais com experiência no mercado. Ao criar a página, o usuário coloca uma espécie de currículo com fotos, links para alguns de seus trabalhos e também uma lista de competências. No caso do empresário, dá para explicar o que a empresa faz, quais são seus produtos, qual é o perfil do funcionário, entre outras características. Há um mecanismo de inclusão de vagas de trabalho. No entanto, paga-se cerca de R$ 400 por anúncio publicado na rede.
PREÇO: gratuito.

>>>Twitter
www.twitter.com
CARACTERÍSTICAS: é uma rede social bem diferente das tradicionais. Você cria uma página pessoal ou para a sua empresa. A partir daí, monta sua rede de relacionamentos anexando perfis. Ao contrário das outras redes sociais, como o Orkut e o Facebook, o Twitter não cria comunidades nem exige a aprovação de amizades. Assim, se você anexar uma pessoa que pode ser um potencial cliente, não precisará do seu ok para mandar-lhe mensagens. Quando você escrever um texto, ele aparecerá na sua página, na de todos os seus seguidores e também nos celulares daqueles que cadastraram seus números para recebimento de torpedos. As mensagens são concisas. A ideia é misturar informações curtas, como em textos de celular, pensamentos diversos, como em blogs, e até uma dose de bate-papo, como em mensageiros instantâneos tipo Messenger. Você segue diversos usuários e é seguido por eles. Pode ser usado na divulgação de novos produtos, em ofertas de preço e até para conhecer parceiros e fornecedores.
PREÇO: gratuito.

>>>Via 6
www.via6.com.br
CARACTERÍSTICAS: comparado a uma versão nacional do LinkedIn, o site conta com mais de 260.000 usuários e cerca de 42.000 empresas, que se espalham por mais de 6.000 comunidades. O portal agrupa os usuários com interesses compatíveis para estimular o relacionamento entre eles. Se o seu negócio é vender flores, pode entrar para uma comunidade de eventos, por exemplo. Mas você não fecha negócios via internet. Cada empresa possui um perfil com informações e responsáveis pelos grupos, que podem ser contatados diretamente a partir de seus perfis.
PREÇO: gratuito.

>>>Xing
www.xing.com
CARACTERÍSTICAS: concorrente direto do LinkedIn, o site oferece dois modelos de cadastro, um básico e outro pago via mensalidade (que dá direito a áreas específicas do site e a recursos como busca de profissionais por qualificação, por exemplo). Além das comunidades, que integram profissionais de diversos setores e empresários, o site possui uma área de transações comerciais. Mediante o pagamento de uma tarifa, permite anunciar vagas de emprego e encontrar profissionais de diferentes especificações.
PREÇO: categoria básico (gratuito) e pacote a partir de R$ 150 por ano.

Via: Pequenas Empresas, Grandes Negócios

 
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Dr.Maurício Garcia

O ano de 1996 foi marcante para a Educação Brasileira. Nesse ano foi promulgada a Lei 9.394, que redefiniu as diretrizes e bases da educação nacional (LDB). Também nesse ano foi criado o Exame Nacional de Curso (ENC), mais conhecido por “Provão”. Esse exame consistia em uma prova aplicada a todos os alunos que concluíam um curso superior, visando medir os conhecimentos específicos relacionados com sua profissão.

No início, poucas áreas participavam do Provão, mas com o tempo, outras áreas foram sendo incorporadas. As notas obtidas pelos alunos eram distribuídas em um ranking, sendo que as melhores notas correspondiam ao conceito “A” e as piores ao “E”, estando as demais distribuídas nos conceitos “B”, “C” e “D”. Nascia, assim, o conceito do ranking relativo de notas. Não importava quanto fosse a maior nota, ela seria transformada em “A”. Da mesma forma, não importava quanto fosse a menor nota, ela seria transformada em “E”.  As demais ficavam no meio disso.

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Senão logo alcançaremos Cuba, não a China.

Vamos ser realmente honestos sobre o Enem.
Suas perguntas são perfeitas para Cuba, não para o Brasil do Século 21.
É muita poesia (13 questões), muita sociolinguística, história, arte, cinema, educação infantil, feminismo, quadrinhos, messenger (29 questões), são 32% do total de 90.
Mas nosso aluno quer emprego, não erudição inútil.
Desse jeito logo alcançaremos Cuba, onde todo taxista e garçom tem curso superior de cinema ou sociologia, mas mal sobrevive porque não há empregos ou atividade empresarial.
A coisa é séria,  o Brasil não precisa hoje de especialistas em Poesia Clássica, Mafalda ou MSN Messenger. Muito menos em Sociolinguística.

“No ano passado nossas maiores empresas ofereceram 2.300 estágios para 730 mil universitários e recém-formados, foram cerca de 3100 candidatos por vaga, mas 10% dos cargos não foram preenchidos.” Quem diz isso é Sofia Esteves, presidente da Cia. de Talentos, na FSP, 27/09/2009, que resume o drama: “O jovem terá de mudar de atitude e as empresas terão de mudar seu ambiente, para atrair talentos.” E explica: “Há um modo diferente de encarar o mundo”.
Mas o Enem é um engano nacional caríssimo, pois seleciona gente que irá estudar nas universidades publicas, disputando aquelas 55 mil vagas oficiais prometidas,E quem vai preenche-las são os estudantes que vieram das nossas excelentes escolas particulares de I e II graus.
Só que as empresas não entendem esse aluno mais sofisticado:
Logo na Questão 1, avaliando o MSN Messenger e seus Emoticons, o João diz: oi-na paz e você?-oq vc ta fazendo?-flw-vlw e o Pedro responde: biz?-tudo trank-tenho q sair agora…-vlw,abc. O futuro estágio deles pode acabar logo no primeiro e-mail.

Na questão 2, sobre a cultura dos quadrinhos, Mafalda deixa claro que os dicionários impressos são coisa do passado, hoje tudo é digital, em CD ou pela web.

O resto das questões vai sempre nessa linha elitista, para deixar de fora aqueles 4 milhões de candidatos. A própria realidade do Enem com 4 milhões de inscritos, mostra que se joga  no ralo 100 milhões de reais por que tem apenas 55 mil vagas para oferecer nas universidades publicas. Deveria ter explicado que a maioria dessas 55 mil vagas das universidades oficiais serão ocupadas por aprovados nos seletivos delas mesmas. Poderia também ser explicado que os excluídos do Enem, mais de 3 milhões, estudarão nas universidades particulares, como sempre.

Então o problema não é da Inteligência (investigação) da PF ou da burocracia do Mec, e sim da filosofia de seleção das questões, esse é o verdadeiro problema.

Para demonstrar a boa vontade do setor privado educacional, apresentamos ao país uma idéia que já vem ganhando apoio:

1. O problema real não é o ENEM mas sim o futuro do país. Como explica Sofia Esteves, na pesquisa com 31 mil universitários, o assunto é mais complexo e revela um conflito geracional – as empresas não estão entendendo os jovens, formados na chamada era da informação. E os jovens não entendem o que as empresas pedem.

2. No Enem o Mec-Inep não executam praticamente nada, terceirizam tudo, o que é ótimo. Propomos então terceirizar a formulação das questões com os futuros empregadores dos universitários. O sistema particular que hoje é responsável por 76% das vagas universitárias, com uma longa experiência em processos seletivos do ensino superior, convidará as mil maiores empresas brasileiras, comerciais, industriais, de serviços, comercio exterior, tecnologia, etc… a criarem questões seletivas adequadas, buscando os jovens que desejarão contratar no futuro.

3. Assim evitaremos as bobagens que enfeitam nossos testes atuais, criadas por acadêmicos inteiramente fora do sistema econômico atual, que provavelmente nunca acertariam as questões todas criadas por seus colegas, a maioria vivendo num mundo imaginário que os alunos nunca conhecerão. Empresas dependem da qualidade, produtividade e eficiência de seu pessoal, já que a impressão de papel-moeda é um privilegio exclusivo de seu sócio e concorrente, o Governo.

4. O segundo passo será a formalização do Processo Seletivo proposto, a ser garantido por um Consorcio formado pelas entidades empresariais brasileiras, sejam elas industriais, comerciais ou agrícolas, como FIESP, Associação Comercial,CNI, etc… São as principais interessadas num alto nível de formação educacional das futuras gerações, do qual aliás dependerá seu próprio futuro. Um assento será reservado para representantes governamentais, para que contribuam com suas idéias, pois seremos colaborativos sempre.

5. Quanto ao pequeno detalhe da impressão e distribuição, nenhuma dificuldade: o SESI tem uma das maiores gráficas do país e a Empresa Correios tem longa experiência na distribuição nacional de material sigiloso, aliás uma garantia constitucional já bastante antiga.

O que o MEC acharia  da idéia? Segundo  o divulgado pela mídia não houve tempo disponível para acompanhar nenhuma das etapas criticas do ENEM, do começo ao desfecho inesperado, o que presume inocência mas não eficiência.

Prof. Souza Dias

 
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