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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Alguém me fez essa pergunta. Sei lá se eu sei responder. Ocorre-me ser próprio da natureza humana procurar uma explicação para todas as coisas. A curiosidade vai desde uma loja de mil e uma utilidades a um livro inteiro de um colecionador, bibliófilo ou cientista. Conta-se que um escritor religioso quis saber do Mestre por que se escreve. Este respondeu: – Algumas pessoas o fazem como meio de vida, profissionalmente. Outras, para compartilhar reflexões ou para despertar nas pessoas a curiosidade pelo assunto. Outras, ainda, para entender a própria alma. Finalmente, há os que escrevem por uma necessidade interna. E acrescentou: Esses últimos expressam o que é divino – não importando sobre o que escrevam.

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Vanessa Cassol*
Coordenadora de Internacionalização da Católica do Tocantins
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Introduzir instituições na dimensão internacional é o processo de Internacionalização na educação superior. Um processo de responsabilidade, desenvolvimento de programas e políticas onde a cooperação entre instituições estrangeiras agrega na qualidade de ensino, experiências de vida e disseminação acadêmica.

A partir da premissa de universidade empreendedora, a internacionalização é intrínseca neste processo e, como sociedade do conhecimento que por ora vivenciamos, a distância geográfica se tornou insignificante. Um marco no avanço tecnológico utilizado positivamente para a cultura de internacionalização integrada.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages e membro da Academia Brasileira de Educação
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No século passado, o modelo de desenvolvimento adotado demandou profissionais que não existiam antes e sofisticou as especializações das profissões que já eram conhecidas. As escolas, seus professores e os métodos foram eficientes e eficazes em atender às demandas do mercado e às expectativas dos cidadãos. Para cada carreira, foram prescritas diretrizes gerais contemplando conteúdos, bem como procedimentos e técnicas a eles associados. Os percursos educacionais eram simples e funcionavam. Completados os percursos previstos, após avaliações calcadas em testes de memória, em geral respondidos individualmente, os formandos eram agraciados com certificados ou diplomas, os quais atestavam conhecimentos e os habilitavam a migrar para as etapas seguintes ou ao exercício pleno das respectivas ocupações. Leia mais »

 
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