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Posts Tagged ‘BNCC’

Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“As relações de consumo vão mudar, e não sabemos o que vai acontecer. Sai na frente quem começa a experimentar desde cedo, porque terá um repertório maior para agir diante da mudança.” (Fernanda Hoefel, sócia da McKinsey)

Em meu último artigo, “Aviso aos navegantes”, mencionei relatório publicado pelo Fórum Econômico apontando que, até 2020, cinco milhões de empregos serão perdidos para a automação. Porém, ao mesmo tempo, a tendência é que as áreas de tecnologia, saúde, relacionamento com pessoas, educação, visão de negócios e criatividade estejam em alta para as transformações que inevitavelmente acontecerão.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Coordenador da Universidade Positivo
Foi professor da UFPR, PUCPR e vice-presidente da ACP
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Caso o nosso Ensino Médio fosse um aluno em uma escola, não teria passado de ano – e não apenas uma vez, mas em vários anos consecutivos. Quando da divulgação da média 3,8 (numa escala até 10) no último IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), o Ministro da Educação, Rossieli Soares, num lamento pungente, assim se expressou: “É mais uma notícia trágica para o Ensino Médio do Brasil”. Afinal, já faz 20 anos que essa nota permanece nesse patamar crítico, ignominioso.

O IDEB, o mais relevante indicador da qualidade da nossa educação, é gerado a cada 2 anos pelo Inep/MEC a partir de avaliações em todas as escolas públicas, sendo facultado às privadas a participação voluntária. E outros resultados também corroboram com o que o MEC realça como trágico: de cada 10 alunos que concluem o Ensino Médio, 7 o fazem sem os níveis adequados em Português e Matemática; no último PISA – exame internacional que coteja os resultados de 70 países aplicado a adolescentes de 15 anos –, funestos foram os resultados: o Brasil obteve a 53ª posição em Linguagem, 63ª em Ciências e 66ª em Matemática; e nas provas do Enem, aplicadas aos que concluíram o Ensino Médio, se constata uma gradual queda nas notas em Matemática e Português.

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Cláudio Anjos
Diretor-executivo da Fundação Iochpe e do Instituto Arte na Escola
Valor Econômico, publicado em 11 de setembro de 2018
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Qual o papel das artes para o desenvolvimento econômico e social de um país? Ou melhor, como políticas educacionais que priorizam o ensino de artes podem contribuir para esse processo?

Atualmente essas perguntas têm ocupado as cabeças de muitas lideranças governamentais e empresariais, pesquisadores e especialistas em educação no mundo todo. Evidências não param de ser produzidas e indicam algumas respostas: a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), por exemplo, recomenda que as artes na educação sejam, “sem dúvida”, uma dimensão estratégica da política de inovação de uma nação. O grupo que congrega os países mais ricos do mundo advoga que à medida em que habilidades se tornam uma espécie de moeda forte global hoje e num futuro que já bate às nossas portas, escolas devem trabalhar com práticas baseadas em conhecimento diversificado e preparar estudantes para desenvolver habilidades exigidas por uma economia moderna e globalizada e pelo desafio de melhorar as relações sociais.

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