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Posts Tagged ‘CNE’

Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos, renovando a vossa mente, a fim de poderdes discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, agradável e perfeito.” (Romanos, 12:2)

Na semana anterior, abordei no artigo “Educação como objetivo de desenvolvimento sustentável” a plataforma “Educar para o novo”. Fico contente quando os leitores interagem, pois assim o material cumpre parte de seu objetivo, que é a reflexão e o debate sobre os temas tratar.

As críticas são sempre válidas e nos permitem outras abordagens dos assuntos discutidos. Recebi e-mail dizendo que eu me encantara com a peça promocional da “SAS Plataforma”, publicada na Folha sobre a Base Nacional Comum Curricular. Para o leitor, na prática não era nada daquilo.

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Janguiê Diniz*
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Os recentes debates envolvendo a aplicação da tecnologia na educação para que a modalidade a distância seja incentivada nos ensinos médio e superior têm motivado uma espécie de demonização de toda a proposta e até do tema – como se fosse proibido o Brasil revisar sua legislação, antevendo o avanço das possibilidades de educar nossos jovens e os condenando a viver no passado. Um exercício interessante é pedir para as pessoas responderem de supetão há quantos anos Steve Jobs apresentou em São Francisco, nos Estados Unidos, o primeiro modelo de smartphone e revolucionou nossa sociedade. A resposta é surpreendente: apenas 11 anos.

Precisamos compreender a velocidade com que se desenvolve a era digital e buscar formas para que ela contribua com a redução de mazelas da educação brasileira. O que não podemos é ignorá-la, como se o mundo não estivesse em transformação. Mas isso só será possível se nossas leis estiverem atualizadas e, importante, permitam que a tecnologia seja aplicada, sem jamais obrigar seu uso. Até porque é notório que nem todo aluno ou escola estão aptos a mudanças de forma homogênea.

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Arthur Roquete1Arthur Roquete de Macedo
Membro do Conselho Nacional da Educação (CNE)
Chanceler da Laureate São Paulo
Ex. Reitor da UNESP
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Para poder tecer conjecturas sobre o futuro da Educação Superior no Brasil, é indispensável olhar pelo retrovisor. Adotando este procedimento, constatamos que o Ensino Superior no Brasil apresentou uma expansão sem precedentes nas últimas 4 décadas. Entretanto, este crescimento exponencial se deu em termos numéricos sem que fosse acompanhado pelo aprimoramento da qualidade do ensino e da manutenção do equilíbrio entre os cursos de graduação nas diferentes áreas de conhecimento. Esta realidade ocorreu em função da ausência de regulação pelo MEC e CNE no acompanhamento do processo expansivo. É importante destacar alguns aspectos desse desequilíbrio:

1 – Diferença quantitativa entre os cursos criados. A oferta cresceu principalmente nas áreas de Ciências Sociais Aplicadas, Educação e da Saúde, e nesta em cursos que necessitam de menor investimento. Não foram autorizados até o início do século XXI em número razoável e de acordo com as necessidades do país cursos como o de Medicina e nas áreas de Exatas e Engenharias;

2 – Não foram levadas em consideração a distribuição e as diversidades regionais;

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