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Posts Tagged ‘Copa do Mundo’

Paulo VadasPaul Ivan Vadas
Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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A Copa do Mundo NÃO acabou. Tal como na política, a cada quatro anos ela se renova e o brasileiro, aquele que acredita que “a esperança é a última que morre”, já está se preparando para a próxima na esperança de ganhar o sonhado hexa. Sabe, porém, que daqui até lá, muito trabalho tem que ser feito. O percurso passa pela renovação necessária para ganhar vários outros campeonatos que estão no caminho, inclusive o da classificação. Serão anos difíceis, mas, como sempre, o brasileiro sabe que, desde os idos da década de cinquenta, quando Pelé e Garrincha despontaram como craques de nível mundial, o Brasil se tornou um verdadeiro celeiro de jogadores que renovam suas equipes e as de outros países ao redor do mundo.

O mesmo, porém, não acontece na política brasileira. Diferentemente do futebol, a cada quatro anos os “jogadores” que disputam os cargos políticos são sempre os mesmos. Não há renovação por que não existem peças de reposição. Os mesmos jogadores jogam o jogo que sempre jogaram e, consequentemente, o resultado é sempre o mesmo. Os quadros mudam, não se renovam – são herdados de geração em geração. E, assim, as mudanças políticas, econômicas e sociais não acontecem, frustrando as aspirações do povo e criando condições até de desespero enquanto a esperança de desenvolvimento econômico diminui a cada momento.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Na seleção que começa a ser escolhida em outubro, vote em craque para nunca mais se arrepender. O Brasil precisa dar certo e quem vai escolher quem joga é você! (TORCEDOR DA GERAL)

No cenário do maior espetáculo da terra, terminou para o Brasil o campeonato de futebol. Os analistas especializados vão tentar explicar o que os mais sensatos observadores já sabiam. Com a globalização do futebol, o Brasil é apenas exportador de talentos e aqui há campeonatos que, quando muito, poderiam competir com a terceira divisão europeia.

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José Ribamar Bessa Freire
Diário do Amazonas , publicado em 22 de junho de 2014
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No futebol “a bola é um reles, um ridículo detalhe” – escreve Nelson Rodrigues, para quem o que interessa é “o ser humano por trás da bola“. O que está em jogo no gramado, portanto,“não é a diversão lúdica, mas a complexidade da existência“. Se for assim, se Nelson tem razão como quer o cronista Joaquim Ferreira dos Santos, então o campeão mundial da Copa já é o Japão, que deu um show de vida lá na Arena Pernambuco contra a Costa do Marfim e, depois, na Arena das Dunas, em Natal, contra a Grécia.

O Japão perdeu um jogo e empatou o outro dentro do campo, mas nas arquibancadas ganhou os dois de 10 x 0. As imagens reproduzidas nas redes sociais não deixam dúvidas. Enquanto torcedores do Brasil e de outros países se retiravam dos estádios, deixando montanhas de lixo, sem sequer olhar para trás, os japoneses recolhiam discretamente garrafas e copos de plástico, papel, bandejinhas de isopor, latas de cervejas e de refrigerantes, canudinhos, restos de alimentos, embalagens usadas, enfim todo lixo produzido por eles.

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