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Posts Tagged ‘Copa do Mundo da Fifa’

Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“A Copa do Mundo em que as diferenças se afirmam nas identidades nacionais, na verdade iguala a todos no denominador comum dos impulsos mais primários. Fantasiados de brasileiros ou coreanos, somos todos ao mesmo tempo potentes e desvalidos, somos a mesma forte e frágil humanidade. E temos os mesmos ancestrais, como revelam inequivocamente os gestos simiescos de todos os artilheiros quando logram um gol.” (RosiskaDarcy de Oliveira – colunista de O Globo)

A França venceu o Copa do Mundo da Fifa em campeonato assistido presencialmente por mais de um milhão de pessoas e cerca de mais de dois e bilhões e meio de telespectadores pelo planeta. No campo, os maiores atletas deste esporte; nas arquibancadas, os povos do mundo. Gente das mais diversas nacionalidades e várias falas mostravam que o mundo é um só.

Ao observar os torcedores constatamos que as pessoas são diferentes, mas, de repente, pelas manifestações, todos se tornam iguais. Caras pintadas expressando a ansiedade quando a defesa está sendo atacada e vibrantes de alegria quando sai o gol de sua seleção.

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Paulo VadasPaul Ivan Vadas
Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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A Copa do Mundo NÃO acabou. Tal como na política, a cada quatro anos ela se renova e o brasileiro, aquele que acredita que “a esperança é a última que morre”, já está se preparando para a próxima na esperança de ganhar o sonhado hexa. Sabe, porém, que daqui até lá, muito trabalho tem que ser feito. O percurso passa pela renovação necessária para ganhar vários outros campeonatos que estão no caminho, inclusive o da classificação. Serão anos difíceis, mas, como sempre, o brasileiro sabe que, desde os idos da década de cinquenta, quando Pelé e Garrincha despontaram como craques de nível mundial, o Brasil se tornou um verdadeiro celeiro de jogadores que renovam suas equipes e as de outros países ao redor do mundo.

O mesmo, porém, não acontece na política brasileira. Diferentemente do futebol, a cada quatro anos os “jogadores” que disputam os cargos políticos são sempre os mesmos. Não há renovação por que não existem peças de reposição. Os mesmos jogadores jogam o jogo que sempre jogaram e, consequentemente, o resultado é sempre o mesmo. Os quadros mudam, não se renovam – são herdados de geração em geração. E, assim, as mudanças políticas, econômicas e sociais não acontecem, frustrando as aspirações do povo e criando condições até de desespero enquanto a esperança de desenvolvimento econômico diminui a cada momento.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Na seleção que começa a ser escolhida em outubro, vote em craque para nunca mais se arrepender. O Brasil precisa dar certo e quem vai escolher quem joga é você! (TORCEDOR DA GERAL)

No cenário do maior espetáculo da terra, terminou para o Brasil o campeonato de futebol. Os analistas especializados vão tentar explicar o que os mais sensatos observadores já sabiam. Com a globalização do futebol, o Brasil é apenas exportador de talentos e aqui há campeonatos que, quando muito, poderiam competir com a terceira divisão europeia.

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