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Posts Tagged ‘Educação básica’

Cláudio Anjos
Diretor-executivo da Fundação Iochpe e do Instituto Arte na Escola
Valor Econômico, publicado em 11 de setembro de 2018
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Qual o papel das artes para o desenvolvimento econômico e social de um país? Ou melhor, como políticas educacionais que priorizam o ensino de artes podem contribuir para esse processo?

Atualmente essas perguntas têm ocupado as cabeças de muitas lideranças governamentais e empresariais, pesquisadores e especialistas em educação no mundo todo. Evidências não param de ser produzidas e indicam algumas respostas: a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), por exemplo, recomenda que as artes na educação sejam, “sem dúvida”, uma dimensão estratégica da política de inovação de uma nação. O grupo que congrega os países mais ricos do mundo advoga que à medida em que habilidades se tornam uma espécie de moeda forte global hoje e num futuro que já bate às nossas portas, escolas devem trabalhar com práticas baseadas em conhecimento diversificado e preparar estudantes para desenvolver habilidades exigidas por uma economia moderna e globalizada e pelo desafio de melhorar as relações sociais.

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Julio Röcker Neto
Gerente editorial do sistema de ensino Aprende Brasil
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O ano que passou foi, sem dúvida, importante para a educação brasileira. A aprovação da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) para os ensinos Infantil e Fundamental e a reforma do Ensino Médio talvez tenham tirado o cenário educacional do ponto de inércia. O que não significa que fechamos 2017 com motivos para comemorar. Dados do Censo Escolar mostram o quanto ainda temos para avançar até que se consigam oferecer condições mínimas de aprendizagem nas escolas de todo o país. Um dos maiores desafios continua a ser o Ensino Médio. A evasão escolar dessa etapa ultrapassa os 11%. E, para reduzir esse número, é preciso analisar com cuidado e precisão não apenas essa fase da vida escolar, mas sim toda a trajetória de aprendizado do estudante.

O levantamento nacional mostra que, em 2017, mais de um terço dos jovens entre 15 e 17 anos que frequentavam a escola estavam em situação de distorção de idade e ano escolar. A fórmula que reúne atraso, baixo desempenho e um contexto de estagnação produz péssimos resultados. Grande parte dos estudantes que concluem o 9º ano não se sente motivada a seguir para o Ensino Médio. Para reverter isso, não basta oferecer a vaga e facilitar o acesso à escola. Governo e educadores precisam enxergar a urgência de se mudar por completo o modelo de ensino e oferecer para o jovem estudante um processo de aprendizagem mais atraente e efetivo.

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Antonio Carbonari Netto2

Antonio Carbonari Netto
Vice-presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Com três milhões de alunos, entre quatro e 17 anos, fora das escolas, o Brasil dificilmente cumprirá a meta do Plano Nacional de Educação (PNE), definido na Lei nº 13.005/2014, cujo prazo expira este ano, de universalizar o ensino nessa faixa etária, conforme determina a Constituição. Como já não cumpriu o anterior PNE (2001/2011), o problema, ao lado da caótica situação da saúde, é o mais grave dentre os casos de desrespeito à Carta Magna, pois tem impacto direto no futuro da infância e da juventude.

O recém-divulgado Censo Escolar de 2015, ao revelar tais estatísticas, desmascara o mito do “ensino para todos” e da “Pátria Educadora”, tema recorrente das campanhas eleitorais. Analisando-se os dados, verifica-se que, dentre as causas da queda do número de alunos no ano passado em relação ao anterior, não está apenas a diminuição populacional de crianças e adolescentes, mas também o déficit de matrículas e o abandono dos estudos.

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