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Posts Tagged ‘Fies’

Celso Niskier
Vice-presidente da ABMES e reitor da UniCarioca
Lioudmila Batourina
Consultora de parceria internacional da ABMES
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Devido a sua natureza lucrativa, existe uma falácia de que em instituições particulares a educação é de baixa qualidade. Sejamos claros e honestos: a educação privada aparece onde o setor público não é capaz de atender as necessidades da sociedade. Este é o caso do Brasil, onde 87,7% dos estudantes estão matriculados em IES particulares (dados do MEC 2017). De acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pelo Congresso Nacional, até 2024 o Brasil deve atingir 30% do total de matrículas em IES. Hoje esse número é de apenas 15%. As necessidades reais da sociedade são muito maiores. Imagine se todas as instituições particulares fossem fechadas, o país teria um acesso muito limitado ao ensino superior – em poucos anos a economia brasileira encolheria para a república das bananas. Por isso, é justo dizer que o setor privado de ensino superior no Brasil é, de fato, um contribuinte muito importante para o plano nacional de educação e na solução dos problemas de inclusão social.

As instituições públicas, totalmente mantidas pelos contribuintes, estão tradicionalmente desempenhando o papel de uma locomotiva na ciência e pesquisa brasileiras. Do topo, a importância da educação profissional oferecida pelo setor privado é frequentemente subestimada, pois focam principalmente no ensino, e não na pesquisa. No entanto, com o tempo, muitas instituições particulares têm inovado e criado uma boa reputação, capaz de competir com o setor público em qualidade e destruir mitos, como:

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Maria Carmen TavaresMaria Carmen Tavares Christóvão
Mestre em Gestão da Inovação e Gestora Educacional
Consultora em Inovação Educacional da Revista Linha Direta
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Diante do cenário nacional desfavorável à empregabilidade formal, universidades passaram a estimular o empreendedorismo e a criação de startups nos ambientes acadêmicos fomentando assim a viabilidade de criação de empresas inovadoras. Houve uma efervescência empreendedora em algumas universidades, sobretudo na graduação com orientação sobre o tema principalmente nos primeiros anos do curso com   iniciativas de apoio ao empreendedorismo.

Segundo os dados do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) existiu um crescimento significativo no empreendedorismo de oportunidade, ultrapassando o de necessidade, ou seja, a criação de negócios não mais para sobrevivência financeira, mas por desejo de empreender.

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Sólon Hormidas Caldas
Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
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Após um ano de intensas discussões por causa da reformulação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), 2018 começou acalorado em virtude da retomada, pela imprensa, de relatório publicado em 2017 pela Controladoria Geral da União (CGU). De acordo com o documento, estudantes beneficiados pela política pública pagam mensalidades mais altas que aqueles que não são financiados pelo programa, o que, segundo a CGU, configura irregularidade cometida pelas instituições particulares de educação superior.

Embora à primeira vista a informação realmente chame a atenção, é preciso se debruçar sobre ela com bastante cuidado. O fato de um aluno não beneficiário do Fies pagar menos que um estudante que tem o financiamento não consiste, em si, em irregularidade. Partir desta premissa é um equívoco, pois existem políticas de preço que podem acarretar em mensalidades mais baixas para quem não recebe o benefício.

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