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Posts Tagged ‘Fies’

Janguiê Diniz*
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Até 2024, o Brasil precisa ver seus índices educacionais saltarem em proporções desafiadoras se quiser atingir as metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE). Em 2014, quando o governo se propôs a elevar a taxa bruta de matrículas na educação superior para 50% e líquida para 33%, já sabíamos que não seria uma missão simples. Mas naquele momento, com o incremento recente nas políticas públicas do setor educacional, houve expectativas de que a educação ganhasse status prioritário na agenda e orçamento governamentais.

Mas nos anos seguintes, medidas como a interrupção drástica da expansão do Fies, política pública estratégica para a educação superior, nada contribuíram para o crescimento dos índices de escolaridade, comprometendo os indicadores duramente conquistados nas últimas décadas e nos distanciando ainda mais das metas do PNE. Leia mais »

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Celso Niskier
Vice-presidente da ABMES e reitor da UniCarioca
Lioudmila Batourina
Consultora de parceria internacional da ABMES
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Devido a sua natureza lucrativa, existe uma falácia de que em instituições particulares a educação é de baixa qualidade. Sejamos claros e honestos: a educação privada aparece onde o setor público não é capaz de atender as necessidades da sociedade. Este é o caso do Brasil, onde 87,7% dos estudantes estão matriculados em IES particulares (dados do MEC 2017). De acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pelo Congresso Nacional, até 2024 o Brasil deve atingir 30% do total de matrículas em IES. Hoje esse número é de apenas 15%. As necessidades reais da sociedade são muito maiores. Imagine se todas as instituições particulares fossem fechadas, o país teria um acesso muito limitado ao ensino superior – em poucos anos a economia brasileira encolheria para a república das bananas. Por isso, é justo dizer que o setor privado de ensino superior no Brasil é, de fato, um contribuinte muito importante para o plano nacional de educação e na solução dos problemas de inclusão social.

As instituições públicas, totalmente mantidas pelos contribuintes, estão tradicionalmente desempenhando o papel de uma locomotiva na ciência e pesquisa brasileiras. Do topo, a importância da educação profissional oferecida pelo setor privado é frequentemente subestimada, pois focam principalmente no ensino, e não na pesquisa. No entanto, com o tempo, muitas instituições particulares têm inovado e criado uma boa reputação, capaz de competir com o setor público em qualidade e destruir mitos, como:

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Maria Carmen TavaresMaria Carmen Tavares Christóvão
Mestre em Gestão da Inovação e Gestora Educacional
Consultora em Inovação Educacional da Revista Linha Direta
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Diante do cenário nacional desfavorável à empregabilidade formal, universidades passaram a estimular o empreendedorismo e a criação de startups nos ambientes acadêmicos fomentando assim a viabilidade de criação de empresas inovadoras. Houve uma efervescência empreendedora em algumas universidades, sobretudo na graduação com orientação sobre o tema principalmente nos primeiros anos do curso com   iniciativas de apoio ao empreendedorismo.

Segundo os dados do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) existiu um crescimento significativo no empreendedorismo de oportunidade, ultrapassando o de necessidade, ou seja, a criação de negócios não mais para sobrevivência financeira, mas por desejo de empreender.

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