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Posts Tagged ‘gamificação’

Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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As novas gerações já nascem em um mundo completamente digital, isso é fato. São pessoas que têm uma compreensão do mundo e se relacionam com a tecnologia de forma diferente da que nós nos relacionamos. Essa nova realidade exige mudanças em diversos aspectos da sociedade, inclusive na educação. Os nativos digitais pedem um processo de aprendizado que esteja em consonância com o que vivem fora das escolas, um contexto digital. Um dos recursos que podem ajudar no ensino dessa geração Centennials é a gamificação.

Esse termo se refere à aplicação de conceitos relativos aos videogames em outras áreas. Aqui, nos atemos a seu uso no processo de ensino-aprendizagem. Hoje, toda criança tem um smartphone e costuma jogar nele. Assim, já tem introjetados vários conceitos do mundo dos games, como a competição, o raciocínio, os objetivos em etapas, a resolução de problemas e mesmo a lida com as perdas. Isso faz que o uso da gamificação na escola, ou mesmo no ambiente acadêmico superior, seja ainda mais propício. Agregar esses elementos cria um ambiente mais lúdico e quebra o paradigma tradicionalista do meio escolar, muitas vezes pouco atraente.

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Bárbara Gionco Cano
Professora de Ciências no Colégio Marista Londrina

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Os estudantes de hoje pertencem à geração digital, têm fácil acesso a smartphones, tablets, computadores e notebooks conectados à internet e obtêm informações de diferentes áreas do conhecimento com poucos cliques. Essa geração já percebeu que a informação está disponível, então muitas vezes conclui que não precisa do professor para encontrá-la. Nesse contexto, os professores precisam modificar as estratégias de ensino, não apenas entregando aulas com o único intuito de transmitir o conhecimento integral, pois assim podem deixar os alunos desinteressados, desatentos e desmotivados.

Uma das estratégias para vencer essa barreira que a educação vem enfrentando é se valer de uma metodologia mais ativa, que promova a organização de uma sala de aula invertida, com a aquisição de conhecimentos por meio de video-aulas e materiais digitais e com a resolução de problemas usando mídias digitais e gamificação na sala de aula. A gamificação é o uso de elementos dos jogos na educação e permite agregar valor às aulas, proporcionando desafio, prazer e entretenimento à transmissão do conhecimento. Nesse contexto, tem se mostrado muito útil a plataforma de ensino Kahoot. Como um “game-show”, a plataforma foi criada em 2013 na Noruega e funciona de forma gratuita.

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Gustavo BastosGustavo Bastos
Diretor responsável pelas soluções de RH da TOTVS
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Para medir o valor de qualquer companhia, é indispensável entender e avaliar o capital humano disponível para se alcançar resultados. As equipes de Recursos ou Talentos Humanos, em uma nomenclatura mais moderna, precisam reformular o seu modus operandi, dedicando tempo e esforços para uma gestão de pessoas focada na integração e na adequação dos profissionais às expectativas de cada cargo e função exercidos. Além disso, é preciso habilidade para lidar com indivíduos que têm expectativas bastante altas com relação aos ambientes de trabalho, além de possuírem exposição elevada à informação e tecnologia. O primeiro passo é esquecer um RH puramente administrativo. Mesmo que essenciais e obrigatórios, e-Social, folha, ponto, medicina e segurança do trabalho fazem parte do escopo commodity da operação. A nova era é de um RH colaborativo, que suporta o desenvolvimento das pessoas por meio de metodologias assertivas, contribuindo para a empresa no seu crescimento.

Com esse enfoque, o RH precisa andar lado a lado com a equipe diretiva da empresa. Tal sintonia proporcionará uma visão ampla sobre perspectivas e estratégias de negócios pretendidas, garantindo, então, a melhor definição das competências essenciais para se atingir tais resultados. Essas informações valiosas fazem com que o processo de recrutamento e seleção de pessoal ganhe saltos percentuais em assertividade, identificando nos profissionais as características essenciais e os eventuais gaps de conhecimento que precisam ser preenchidos.

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