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Posts Tagged ‘inovação’

Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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O que vem à sua mente quando você pensa em inovação? A grande maioria das pessoas irá pensar em mudanças. Entretanto, quando relacionamos inovação às empresas, a inovação precisa ser uma cultura que começa com processos claros, ferramentas eficientes e um time multidisciplinar.

É importante começarmos esclarecendo que inovação e criatividade não são a mesma coisa. Criatividade é pensar coisas novas e inovação é fazer coisas novas. Inovação é a implementação de um novo ou significativamente melhorado produto, serviço, processo de trabalho, ou prática de relacionamento entre pessoas, grupos ou organizações.

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Maria Carmen TavaresMaria Carmen Tavares Christóvão
Mestre em Gestão da Inovação e Gestora Educacional
Consultora em Inovação Educacional da Revista Linha Direta
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Criatividade e inovação em tempos de avanços tecnológicos são as principais ferramentas do ser humano para seu desenvolvimento profissional e econômico. Criação e Inovação possuem conceitos que por muitas vezes se confundem, contudo são totalmente diferentes.

Pode-se definir a criatividade como um processo mental que permite a geração de ideias. Ao mesmo tempo, relaciona-se a inovação como a aplicação real de tais ideias colocadas em prática para alcançar objetivos de forma eficiente e eficaz.  Portanto, o papel da criatividade é o de gerar ideias, e a implementação dessas ideias é o que gera inovação.

No campo da Administração Teresa Amábile define criatividade a partir da identificação e observação de seu produto, defendendo essa forma de verificação como a mais relevante para a administração.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Que o Brasil é o país da burocracia, isso não é novidade para ninguém. Todo mundo já sofreu com a lentidão e os entraves causados pelo excesso de exigências legais para fazer muitas coisas. Quando olhamos para o setor das startups, a burocracia tem barrado as empresas de se desenvolverem, ou até mesmo de serem criadas. A chamada Lei do Bem, em atividade desde 2007 para incentivar o investimento em startups, apesar de bem intencionada, atrapalha mais do que ajuda.

A legislação concede isenção fiscal a empresas privadas que investem em projetos de inovação em parceria com centros públicos de pesquisa. Acontece que, para obter o benefício, é necessário um esforço hercúleo por parte do empreendedor, o que acaba por desestimular a procura. Resumindo, são três etapas para a aprovação de um projeto dentro da Lei do Bem: aprovação por três instâncias, a começar pela gerência do laboratório público parceiro da iniciativa; validação por um comitê formado por membros dos ministérios da Educação, Ciência e Tecnologia, e Indústria, Comércio Exterior e Serviços; e, finalmente, comprovação à Capes de que o projeto não reduzirá a produção de artigos científicos, principal forma de avaliação de desempenho dos centros públicos de pesquisa.

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