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Posts Tagged ‘PNE’

Cláudio Anjos
Diretor-executivo da Fundação Iochpe e do Instituto Arte na Escola
Valor Econômico, publicado em 11 de setembro de 2018
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Qual o papel das artes para o desenvolvimento econômico e social de um país? Ou melhor, como políticas educacionais que priorizam o ensino de artes podem contribuir para esse processo?

Atualmente essas perguntas têm ocupado as cabeças de muitas lideranças governamentais e empresariais, pesquisadores e especialistas em educação no mundo todo. Evidências não param de ser produzidas e indicam algumas respostas: a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), por exemplo, recomenda que as artes na educação sejam, “sem dúvida”, uma dimensão estratégica da política de inovação de uma nação. O grupo que congrega os países mais ricos do mundo advoga que à medida em que habilidades se tornam uma espécie de moeda forte global hoje e num futuro que já bate às nossas portas, escolas devem trabalhar com práticas baseadas em conhecimento diversificado e preparar estudantes para desenvolver habilidades exigidas por uma economia moderna e globalizada e pelo desafio de melhorar as relações sociais.

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Paulo CardimPaulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Presidente da Conaes
Blog da Reitoria, publicado em 27 de agosto de 2018
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O IBGE, em suas pesquisas, deseja saber a quantidade de alfabetizados com uma pergunta simplória: “Você sabe ler e escrever o nome? ”. Se a resposta for sim, tudo certo. Sob esse viés temos cerca de doze milhões de analfabetos. Ainda é um índice vergonhoso para o Brasil, mas as autoridades entendem que esse índice está dentro de padrões aceitáveis.

E os analfabetos funcionais?  70% dos brasileiros com mais de 15 anos estão nessa classificação. Entende-se que o analfabeto funcional é incapaz de compreender textos e operações matemáticas simples ou a pessoa ter escolaridade inferior a quatro anos letivos.

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Paulo VadasPaul Ivan Vadas
Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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Quando, no início da década de 90, tive o prazer de participar do I Seminário Brasileiro de Marketing Educacional e de organizar os II e III Seminários (eventos estes promovidos pelo SEMESP, sob a presidência do professor Gabriel Mario Rodrigues), percebi o quanto ainda era incipiente o ensino superior particular brasileiro. À época, as IES brasileiras eram ainda faculdades, com dirigentes que entendiam que tinham pouca autonomia sobre a gestão educacional/pedagógica das suas respectivas entidades, em que pese a Constituição Federal de 1988 já estar em vigor e determinar, no seu Artigo 206, que “o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;

III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e de coexistência de

instituições públicas e privadas de ensino….”

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