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Posts Tagged ‘PNE’

Paulo VadasPaul Ivan Vadas
Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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Quando, no início da década de 90, tive o prazer de participar do I Seminário Brasileiro de Marketing Educacional e de organizar os II e III Seminários (eventos estes promovidos pelo SEMESP, sob a presidência do professor Gabriel Mario Rodrigues), percebi o quanto ainda era incipiente o ensino superior particular brasileiro. À época, as IES brasileiras eram ainda faculdades, com dirigentes que entendiam que tinham pouca autonomia sobre a gestão educacional/pedagógica das suas respectivas entidades, em que pese a Constituição Federal de 1988 já estar em vigor e determinar, no seu Artigo 206, que “o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;

III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e de coexistência de

instituições públicas e privadas de ensino….”

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Janguiê Diniz*
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Até 2024, o Brasil precisa ver seus índices educacionais saltarem em proporções desafiadoras se quiser atingir as metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE). Em 2014, quando o governo se propôs a elevar a taxa bruta de matrículas na educação superior para 50% e líquida para 33%, já sabíamos que não seria uma missão simples. Mas naquele momento, com o incremento recente nas políticas públicas do setor educacional, houve expectativas de que a educação ganhasse status prioritário na agenda e orçamento governamentais.

Mas nos anos seguintes, medidas como a interrupção drástica da expansão do Fies, política pública estratégica para a educação superior, nada contribuíram para o crescimento dos índices de escolaridade, comprometendo os indicadores duramente conquistados nas últimas décadas e nos distanciando ainda mais das metas do PNE. Leia mais »

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Julio Röcker Neto
Gerente editorial do sistema de ensino Aprende Brasil
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O ano que passou foi, sem dúvida, importante para a educação brasileira. A aprovação da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) para os ensinos Infantil e Fundamental e a reforma do Ensino Médio talvez tenham tirado o cenário educacional do ponto de inércia. O que não significa que fechamos 2017 com motivos para comemorar. Dados do Censo Escolar mostram o quanto ainda temos para avançar até que se consigam oferecer condições mínimas de aprendizagem nas escolas de todo o país. Um dos maiores desafios continua a ser o Ensino Médio. A evasão escolar dessa etapa ultrapassa os 11%. E, para reduzir esse número, é preciso analisar com cuidado e precisão não apenas essa fase da vida escolar, mas sim toda a trajetória de aprendizado do estudante.

O levantamento nacional mostra que, em 2017, mais de um terço dos jovens entre 15 e 17 anos que frequentavam a escola estavam em situação de distorção de idade e ano escolar. A fórmula que reúne atraso, baixo desempenho e um contexto de estagnação produz péssimos resultados. Grande parte dos estudantes que concluem o 9º ano não se sente motivada a seguir para o Ensino Médio. Para reverter isso, não basta oferecer a vaga e facilitar o acesso à escola. Governo e educadores precisam enxergar a urgência de se mudar por completo o modelo de ensino e oferecer para o jovem estudante um processo de aprendizagem mais atraente e efetivo.

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