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Posts Tagged ‘Tecnologia’

Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Há anos que a China vem se desenvolvendo a galope. Com altas taxas de crescimento (mesmo isso podendo ser um risco), o país mais populoso do mundo se mostra competitivo em diversos setores. Na área de tecnologia, os chineses se tornaram vanguardistas em inovação. Por lá, o número de startups cresce exponencialmente e o ecossistema já é muito maior, por exemplo, que o do Vale do Silício. O país já é líder mundial em startups financeiras (fintechs), educacionais (edtechs) e varejistas.

É da China, por exemplo, a atual startup mais valiosa do mundo: a Bytedance foi avaliada, em 2018, em US$ 75 bilhões, superando a Uber, que ficou na casa dos US$ 72 bi. Logo em seguida, na terceira colocação, mais uma chinesa, a Didi Chuxing, plataforma de transporte privado, com valor de mercado de US$ 56 bilhões. Para se ter uma ideia, enquanto, no Brasil, há apenas cinco startups unicórnios (as que passam o valor de US$ 1 bilhão: 99, PagSeguros, Nubank, Stone e iFood), a China já registra mais de 160 delas.

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Maria Carmen TavaresMaria Carmen Tavares Christóvão
Mestre em Gestão da Inovação e Gestora Educacional
Diretora da Pro Innovare

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Nos últimos dois anos, é possível identificar um grande interesse por parte das universidades em expandir a cooperação com o mercado, sobretudo após o marco legal de ciência, tecnologia e inovação que altera regras importantes que favorecem o surgimento de uma estrutura integrada para fomentar o ambiente de inovação tornando-o mais dinâmico no país.

Ao analisar as práticas do segmento universitário e o que várias universidades vem construindo nesse campo é interessante pontuar que existem dois aspectos que devem ser considerados nesse processo: a análise sobre quais são os incentivos para as empresas que atuam em cooperação com as universidades e com P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) nas organizações, pois ao conhecer esses interesses há uma maior probabilidade de parceria  e o segundo aspecto é saber escolher um modelo de negócio institucional para interação que abranja um grande leque de oportunidades de negócios com o objetivo de criarem inovações para o mercado.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Se é verdadeira a premissa de que parques tecnológicos precisam das universidades, é um tanto estranho que essa aproximação seja tão lenta, quando não inexistente.

Em nosso artigo da semana passada demonstramos que os resultados de patentes e inovações no âmbito da pesquisa científica e de tecnologias de ponta no Brasil estão muito aquém do potencial de um país com mais de 200 milhões de habitantes. Nosso desenvolvimento tecnológico não condiz com uma economia que, medida pelo PIB nominal, é uma das dez maiores do mundo. A universidade pública não consegue transformar conhecimento em riqueza e a particular dedica-se apenas ao ensino. Leia mais »

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