Sobre : Antonio de Oliveira

Nome Completo: Antônio de Oliveira
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Artigos do(a) Antonio de Oliveira:

    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
    ***

    Leio bastante. Leio e escrevo. Atividade prazerosa, para mim, tanto que se tornou hábito. Ainda bem que é um bom hábito. Dada essa característica, o isolamento social em razão da pandemia coronavírus não me tem trazido problema de preencher o tempo disponível.

    De onde vêm esses livros? Em grande parte, livros a mim emprestados por parentes e amigos. Detalhe importante: devolvo-os todos no mesmo estado de conservação em que os recebo. Assim, quem me emprestou uma vez se dispõe a emprestar de novo. Ebooks não têm esse problema…

    Em meados deste mês, abril 2020, minha filha me repassou cinco livros para eu ler. Comecei pela leitura de “As 5 linguagens do amor das crianças”: toque físico, palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes, e atos de serviço. O livro é tradução de “The 5 languagens of children”. Subtítulo: “the secret to loving children effectively”. O segredo para amar as crianças eficazmente. Autoria: Gary Chapman & Ross Campbell.

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    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
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    Loas já se teceram à linguagem do amor transmitida através do abraço e do beijo. E. Roquete Pinto chega a dizer: “Estradas são laços que a sociabilidade humana espalha pela superfície da Terra” (Seixos Rolados). Sociabilidade é considerada qualidade, qualidade de sociável. De há muito se tem dito que o homem é um animal sociável. Outro escritor, Martins Fontes, afirma (Terras da Fantasia): “O homem… obedece ao espírito gregário, é um ser que vive em bando, como os pássaros”. O calor humano, representado por um sentimento caloroso, se expressa por meio de palmas, nos aplausos, e no toque físico do aperto de mãos. Os atores sentem necessidade do calor da plateia. A mãe lê uma história para a filha de quatro anos sentada no seu colo. Criancinhas são levadas até a cama no colo da mãe, nos braços do pai…

    E pensar que justamente essas manifestações de carinho a Covid-19 ou coronavírus tem impedido ou dificultado. Ouvi de um senhor se queixando de que nunca recebera um beijo de sua mãe. Cumprimentavam-se formalmente, embora ele ainda usasse pedir a bênção, o que fazia de boa mente e de bom coração. Mantenham distância de, no mínimo, um metro das pessoas é recomendação nesse tempo de isolamento social.  Vejam. A pandemia nos mata, na sua raiz, o sentimento do afeto, além de tirar a vida de muita gente.

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    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
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    Minha esposa, professora de educação musical, não tinha mais o que inventar para distrair nossa netinha de quatro anos. Aí, então, inventou mais um teatrinho: O Sol e a Lua. Elisa escolheu ser o Sol. Enquanto cada uma improvisava coreografia e texto, ensaio valendo como interpretação, fiquei pensando nesse fenômeno de todo dia, de toda noite. Todo dia, o Rei Sol nasce. E não apenas no domingo, ou no Dia do Sol, Sontag, Sunday… O Sol desaparece. Ou, pelo menos, sua claridade. Quando então cede espaço à rainha da noite. No entanto, até isso: “Lua, ó Lua, querem te passar pra trás”. E mais essa: “Querem te roubar a paz…”

    Fez-se tarde e manhã. Primeiro dia da criação. Exista a luz. “Fiat lux.” E a luz existiu. A luz era boa. E foi separada das trevas. A luz foi chamada “dia”; as trevas, “noite”. O dia, para os egípcios, começava pelo ocaso. Segundo os persas, com o nascer do Sol. Para os atenienses, a partir da sexta hora do dia; segundo os romanos, à meia noite. Hora do galicínio, galicanto, a hora matutina em que os galos cantam. Antes que o galo cante três vezes, tu me negarás, disse Jesus a Pedro. E assim se deu. Existe algo melhor do que a luz? Então, seja luz! Vós sois a luz do mundo. “Licht, mehr Licht”, Luz, mais luz, são essas as últimas palavras atribuídas a Goethe. O mito da caverna de Platão só admitia claridade fora da caverna.

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