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Sobre : Arthur Roquete de Macedo

Nome Completo: Arthur Roquete
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Artigos do(a) Arthur Roquete de Macedo:

    Arthur Roquete1Arthur Roquete de Macedo
    Membro do Conselho Nacional da Educação (CNE)
    Chanceler da Laureate São Paulo
    Ex. Reitor da UNESP
    ***

    Ao final do século 20 já se reconhecia no Brasil a inadequação do modelo único, da universidade de pesquisa, para atender ao aumento do percentual de jovens que ingressavam no ensino superior e à diversidade da demanda que emergia dessa ampliação. Havia necessidade de estimular a diversificação do sistema, para responder de forma mais ágil às demandas da população por formação no ensino superior.

    Entre os estudos relativos aos problemas que precisavam ser enfrentados e às soluções que poderiam ser encontradas frente ao esgotamento das transformações trazidas à educação superior pela Reforma Universitária de 1968, importante contribuição foi oferecida por Durham, em 1998.[1]

    O número de Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil esteve em constante ascensão nos últimos 15 anos, com um crescimento substantivo, que supera os 100% no período de 2000 a 2015.

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    Arthur Roquete1Arthur Roquete de Macedo
    Membro do Conselho Nacional da Educação (CNE)
    Chanceler da Laureate São Paulo
    Ex. Reitor da UNESP
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    Para poder tecer conjecturas sobre o futuro da Educação Superior no Brasil, é indispensável olhar pelo retrovisor. Adotando este procedimento, constatamos que o Ensino Superior no Brasil apresentou uma expansão sem precedentes nas últimas 4 décadas. Entretanto, este crescimento exponencial se deu em termos numéricos sem que fosse acompanhado pelo aprimoramento da qualidade do ensino e da manutenção do equilíbrio entre os cursos de graduação nas diferentes áreas de conhecimento. Esta realidade ocorreu em função da ausência de regulação pelo MEC e CNE no acompanhamento do processo expansivo. É importante destacar alguns aspectos desse desequilíbrio:

    1 – Diferença quantitativa entre os cursos criados. A oferta cresceu principalmente nas áreas de Ciências Sociais Aplicadas, Educação e da Saúde, e nesta em cursos que necessitam de menor investimento. Não foram autorizados até o início do século XXI em número razoável e de acordo com as necessidades do país cursos como o de Medicina e nas áreas de Exatas e Engenharias;

    2 – Não foram levadas em consideração a distribuição e as diversidades regionais;

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