Sobre : Gabriel Mario Rodrigues

Nome Completo: Gabriel Mario
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Detalhes: Presidente do Conselho de Administração da ABMES

Artigos do(a) Gabriel Mario Rodrigues:

    Gabriel Mario Rodrigues
    Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e
    Secretário Executivo do Fórum das Entidades representativas do Ensino Superior Particular
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    Os modernistas brasileiros, confundindo o ambiente literário do país com a Academia, traçaram linhas divisórias rígidas (mas arbitrárias) entre o bom e o mau. E querendo destruir tudo que ficara para trás, condenaram, por ignorância ou safadeza, muita coisa que merecia ser salva.
    (Graciliano Ramos)[1]

    Para dar título a este artigo lembrei-me de antigo dito popular segundo o qual não há novidades e tudo continua igualzinho ao passado. Diz-se do que permanece na mesma, sem alteração. A frase tem origem em Portugal no tempo da primeira invasão francesa (1806) quando o general francês Junnot instalou seu quartel em Abrantes.

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    Gabriel Mario Rodrigues
    Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e Secretário Executivo do Fórum das Entidades representativas do Ensino Superior Particular
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    É necessário que cada tipo de instituição assuma a responsabilidade de ser o que o realmente é; que seja reconhecida e tratada como tal, sem tabus nem subterfúgios e que a diversidade seja admitida como algo útil, necessário, e na realidade inseparável de uma ordem política realmente democrática e pluralista.
    (Simon Schwartzmann, 1983.)

    O Massachusetts Institute of Technology (MTI) está entre as cinco melhores escolas do mundo. Possui uma reputação tremenda. O aluno mais fraquinho da turma sai da instituição habilitado a prestar concurso para ser astronauta. Brasileiros ilustres estudaram lá e não me deixam mentir sobre esta constatação.

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    Gabriel Mario Rodrigues
    Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e Secretário Executivo do Fórum das Entidades representativas do Ensino Superior Particular
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    Quando o cinema surgiu, os pessimistas disseram que o teatro ia acabar. Quando lançaram o televisor, falaram que o cinema ia terminar. Com a internet, com os smartfones e os tablets, e seus formidáveis recursos, eles sentenciaram à morte a televisão e os livros. Agora apontam as suas baterias para a Educação. O alvo são as aulas presenciais que – pela tecnologia – não vão mais precisar de professores. Ledo engano. Sem nós humanos a tecnologia não é nada; aliás, nem existiria. A história é pródiga em nos mostrar isto.

    Examinemos o ocorrido na primeira metade dos anos trinta do século passado, quando uma plêiade de educadores brasileiros conclamava a sociedade em relação aos rumos de modernidade que devia alcançar a educação primária da época. Nossas escolas precisariam se beneficiar dos recursos do cinematógrafo, a última novidade daqueles tempos. Decorrente do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, de 1932, o MEC – da época – decidiu colocar o cinematógrafo nas escolas[1]. Para atender à “demanda”, o Governo investiu na aquisição de 250 projetores de cinema. E o que se pensava ser a maior inovação pedagógica tornou-se um retumbante fiasco. A iniciativa esbarrou logo de cara com problemas de energia, de infraestrutura e de recursos humanos qualificados para fazer funcionar o cinematógrafo. Por exemplo, ninguém tinha ideia de que o filme precisava ser trocado de vez em quando.

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