Sobre : Jacir Venturi

Nome Completo: Jacir Venturi
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Artigos do(a) Jacir Venturi:

    Jacir J. Venturi
    Foi professor e diretor de escolas públicas e privadas, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Paraná (Sinepe/PR)
    Membro do CEE/PR como representante das escolas privadas do Paraná
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    Satisfeitas as necessidades humanas básicas segundo a hierarquia da Pirâmide de Maslow – respiração, alimento, sono, excreção, sexo –, na sequência advêm outras, como segurança, saúde e educação. A saúde é um bem essencial, de tal sorte que Napoleão Hill afirma que “se você tem saúde, jamais diga que a vida não lhe deu uma oportunidade”. A educação, por sua vez, não só propicia estratégias e oportunidades para a ascensão social, mas também nos coloca em trilhos civilizatórios.

    Ademais, há hoje muita insegurança quanto ao mundo pós-coronavírus, com recessão econômica e possíveis conturbações sociais. O cenário mundial que atualmente vivenciamos é singular, sendo a pandemia não apenas sanitária, mas também socioeconômica, com impactos deletérios que evidentemente atingirão as escolas. Especificamente neste segmento, este vírus paralisou até o momento as aulas presenciais em 188 países, afetando 1,5 bilhão de estudantes, o que corresponde a 89,5% do total de alunos no mundo, conforme dados da Unesco, órgão da ONU responsável por esse monitoramento.

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    jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
    Foi diretor de escolas, professor e/ou coordenador da UFPR, PUCPR, Universidade Positivo
    Autor do livro “Da Sabedoria Clássica à Popular (3ª edição)
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    Qual coração não guarda seus segredos? Fantasias, desejos?

    Ninguém adentra o íntimo de outrem – por isso o coração é terra que ninguém pisa, como bem expressa a sabedoria popular, que também admite que o coração é a morada do amor e dos sentimentos. Se ninguém pisa, não é só por ser impossível de se apoderar dele pela força, mas também por ser ilógico, imprevisível, pois todo o amor é uma amálgama de êxtase e sofrimento. Como nos versos da consagrada goiana Cora Coralina, “quis ser um dia jardineira de um coração. Nasceram espinhos e nos espinhos me feri.”

    Na mesma toada, temos o poema da mineira Adélia Prado, ainda mais pungente: “o amor é a coisa mais alegre, o amor é a coisa mais triste, o amor é a coisa que mais quero.” A aceitação dessa alternância entre fases ditosas e frustrantes torna a vida mais leve. Rejeitar a tristeza ou o sofrimento é como rejeitar a própria condição humana.

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    jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
    Membro do Conselho Estadual de Educação do PR e coordenador da Universidade Positivo
    Foi diretor de escolas e professor da UFPR e da PUCPR
    Publicado na Gazeta do Povo, em 3 de novembro de 2019
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    Um escritor espanhol do século 18 dizia que, se rei fosse, determinaria às escolas não mais disciplinas de oratória, e sim de “escutatória”. Parafraseando, em analogia, eu diria que, se rei fosse, universalizaria, em escolas públicas e privadas, ações metodológicas capazes de desenvolver a fluência digital e uma elevada cultura tecnológica.

    Se algumas de nossas escolas já estão navegando na Educação 4.0 – alinhada às demandas da Indústria 4.0, como inteligência artificial, robótica, programação, espaços maker, gameficação do ensino –, no outro extremo temos escolas cuja única “revolução” se limita a passar do quadro de giz para a lousa branca – que em tom jocoso se diz Educação 2.0.

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