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Sobre : Janguie Diniz

Nome Completo: Janguiê Diniz
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Detalhes: Diretor presidente da ABMES Secretário-Executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular

Artigos do(a) Janguie Diniz:

    Janguiê Diniz
    Vice-presidente da ABMES
    Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
    Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo
    ***

    O medo do desconhecido, a insegurança de enfrentar algo novo. Por vezes, na vida, nos pegamos paralisados ou perdidos com receio de iniciar um novo empreendimento – e aqui entenda-se qualquer coisa que nos propomos a realizar, não apenas abrir uma empresa. Pode ser pela grandiosidade do projeto ou da ideia, ou pelos percalços que prevemos no caminho. No entanto, há que se ter em mente, sempre, que toda realização, qualquer que seja, só é possível quando decidimos dar o primeiro passo.

    Sair do lugar pode ser incômodo. É muito mais confortável permanecermos onde nos sentimos seguros, em uma zona controlada. Imagine quantos grandes feitos no mundo deixariam de ser realizados se ninguém se propusesse a ousar, sair da zona de conforto, buscar algo diferente. E tudo isso teve um ponto de partida. Para mim, esse ponto de partida, o primeiro passo, chama-se decisão. É o momento em que você determina que irá realizar algo, seja um sonho, um propósito, ou qualquer coisa que o faça se mover do estado atual. A verdade é que a falta de ação e atitude é um dos maiores matadores de sonhos que existem.

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    Janguiê Diniz
    Vice-presidente da ABMES
    Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
    Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo
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    Talvez uma das palavras mais utilizadas no contexto atual do mundo, em que uma pandemia provocou profundas mudanças em nossas rotinas e grandes prejuízos às populações, a empatia está “em alta”. O dicionário Michaelis apresenta, em sua versão on-line, as seguintes definições para a palavra: “habilidade de imaginar-se no lugar de outra pessoa”, “compreensão dos sentimentos, desejos, ideias e ações de outrem”. Dessas duas concepções, compreende-se o porquê de se falar tanto em empatia: é uma habilidade essencial que precisamos desenvolver, em especial em um momento em que tantas pessoas estão sofrendo, pelos mais diversos motivos.

    Mas como colocar a empatia em prática, sem ficar apenas no discurso? São atitudes que, na verdade, já deviam estar sendo tomadas desde o início da pandemia. O simples fato de permanecer em isolamento (para quem pode) já é empático em si: voltando a circular pela cidade, você se expõe e expõe outras pessoas à contaminação. Para quem precisa sair de casa, por qualquer motivo, tomar as precauções necessárias, como o uso da máscara, o distanciamento e a higienização das mãos, também é se importar com o próximo. Não é tão difícil.

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    Janguiê Diniz
    Vice-presidente da ABMES
    Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
    Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo
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    Quando as empresas tiveram que parar suas atividades presenciais, por conta da propagação do novo coronavírus, uma grande dúvida pairava no ar: como manter os empreendimentos atuantes, sem poder reunir as equipes? A saída foi o trabalho remoto, ou home office, que se tornou uma necessidade e começa a se mostrar uma nova alternativa permanente daqui para a frente. Nesse cenário de distanciamento, o papel do líder ganhou ainda mais importância, pois é ele o responsável por controlar a equipe, mantê-la unida e motivada, mesmo sem o contato físico. É preciso saber lidar com diversos fatores.
    Um levantamento da consultoria Cushman & Wakefield, que entrevistou líderes de multinacionais instaladas no Brasil, mostrou que o home office deve passar a ser adotado como modalidade definitiva para 73,8% dos entrevistados. Uma prática que veio para ficar. Cabe, portanto, ao líder/gestor a responsabilidade de se capacitar e preparar para esse contexto. Creio que o mais importante, nesse momento, é que o bom líder saiba manter a equipe motivada e focada nas metas e nos objetivos. É preciso um trabalho permanente de acompanhamento de perto de todas as atividades desenvolvidas e das entregas realizadas. Trabalhar a distância pode dar a impressão de “moleza” e relaxamento, mas isso não pode acontecer. O gestor atento pode identificar os colaboradores que apresentam desempenho abaixo do esperado e prestar mais atenção neles.

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