Sobre : Maria Carmen Tavares

Nome Completo: Maria Carmen Tavares Christóvão
Site: http://www.proinnovare.com.br
Detalhes: Gestora educacional e de inovação com 28 anos de experiência em instituições de diversos portes e regiões, com considerável bagagem na construção de políticas para cooperação intersetorial, planejamento e gestão no ensino privado tanto na modalidade presencial quanto EAD. Atuou também como executiva em Educação Corporativa e gestora em instituições do Terceiro Setor. É mestre em Gestão da Inovação pela FEI/SP, com área de pesquisa em Capacidades Organizacionais, Sustentabilidade e Marketing. Tema de Pesquisa sobre inovação acadêmica relacionada a bacharelados interdisciplinares. Pós-graduada em Administração de Recursos Humanos e graduada em Pedagogia pela UEMG.

Artigos do(a) Maria Carmen Tavares:

    Maria Carmen TavaresMaria Carmen Tavares Christóvão
    Mestre em Gestão da Inovação
    Diretora da Pro Innovare –www.proinnovare.com.br
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    Como gestora educacional por mais de 20 anos, a grande maioria dos alunos e professores com os quais interagi queixam-se da ineficiência da escola ou universidade em cumprir verdadeiramente o seu papel como agente de transformação social.

    Para o aluno, o conhecimento adquirido na escola ou universidade não possui nenhuma conexão com sua vida prática, haja vista que as matrizes curriculares são construídas tendo por base o conhecimento cumulativo. Fato é que o Sec. XX produziu mais conhecimento do que toda a história da humanidade Além de trabalhar com conhecimento defasado soma-se o fato de que o saber compartimentado organizado em disciplinas não permite uma formação holística, em que o aluno tenha uma visão global de mundo e nem uma formação utilitarista aplicada a um campo de específico do conhecimento. No dia a dia da gestão escolar é muito frequente a queixa por parte dos alunos de que as disciplinas são descontextualizadas, sem sentido prático e aplicação na vida cotidiana, sendo um dos fatores que mais colabora com a evasão escolar.

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    Maria Carmen TavaresMaria Carmen Tavares Christóvão
    Diretora da Pro Innovare
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    O texto DA GESTÃO DO CONHECIMENTO À GESTÃO DA IGNORÂNCIA: uma visão co-evolucionária, do Prof. Dr. Flávio Vasconcelos está disponível em PDF no Link: http://www.scielo.br/pdf/rae/v41n4/v41n4a11.pdf.

    O texto sugere um olhar peculiar e provocativo sobre as práticas e concepções disseminadas e operacionalizadas no contexto das organizações, ao evidenciar uma visão de gestão do conhecimento que considere a gestão da ignorância.

    Nesse sentido a variável ignorância, e por que não dizer incerteza, do indivíduo está diretamente relacionada com as especificidades dos processos de aquisição, apropriação e re(construção) de novos conhecimentos no indivíduo organizacional.
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    Maria Carmen TavaresMaria Carmen Tavares Christóvão
    Mestre em Gestão da Inovação
    Diretora da PRO INNOVARE
    Assessoria e Consultoria em Gestão da Inovação
    carmemtr@gmail.com
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    O setor de serviços, sobretudo o segmento de educação, tem crescido nas maiores economias do mundo chegando a representar aproximadamente 65% na economia brasileira, o que emprega uma parcela importante da forca de trabalho disponível no mercado. A transformação das economias tanto mundial quanto brasileira em economia de serviços segundo PINHANEZ (2009) “esta forçando a transformação dos processos tradicionais de inovação no setor, particularmente, com a necessidade de inovação sistemática baseada em ciência e tecnologia”.

    O setor educacional é de fundamental importância para o crescimento econômico e social do país nos próximos anos. Contudo, o segmento educacional, tanto privado quanto público apresentam grandes dificuldades de inovação em seu formato de oferta de serviços, pois a inovação em qualquer segmento de serviço deve ser alimentada por uma profunda compreensão, através da observação direta do que de fato as pessoas querem ou precisam como usuários. O processo de gestão nas instituições de ensino sempre se deu de forma hierárquica e pouco colaborativa, mesmo tendo por característica ser a organização mais humana, tanto nos processos quanto nos resultados. A cultura organizacional é um dos fatores que compromete a inovação, a criatividade e consequentemente a competitividade das empresas. Nesse sentido PINHANEZ (2009) afirma ainda que o fato de existir um baixo índice de inovação no segmento de serviços “deve ser creditada, ao menos em parte, ao relativo descaso em relação à pesquisa e à educação específica para o setor de serviços no mundo acadêmico”, o que reforça a ineficácia do modelo educacional vigente no sentido de formar um novo perfil de profissional.

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