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Sobre : Paulo-Vadas

Nome Completo: Paulo Vadas
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Artigos do(a) Paulo-Vadas:

    Paulo VadasPaulo Vadas
    Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
    Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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    Este é o primeiro capítulo de cinco que escrevi sobre o tema “Esperança”. De forma conceitual, este mostra minha frustração com a educação brasileira que, opino, reflete uma atitude passiva, negativa de “esperança”, caracterizada por executivos que vivem “esperando” por ações do MEC e não tem a iniciativa de, ativamente, contestar normas inconstitucionais, ilegais, inconsistentes e, muitas vezes, contraditórias do órgão regulamentador da educação superior brasileira, normas estas que trazem consigo insegurança jurídica, engessam a capacidade criativa e inovadora do setor, e afetam negativamente o espírito de liderança visionária na utilização das ferramentas legais disponibilizadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996 (LDB/1996).

    O segundo, derivado do primeiro, aborda a criação legal de um conceito educacional moderno exemplificando de que forma a LDB/96 propiciou a capacidade das IES criarem e inovarem, com ampla liberdade, novos modelos educacionais, modernos, relevantes, pertinentes. Infelizmente, porem, a ignorância por parte dos dirigentes educacionais sobre as oportunidades que a LDB/96 propicia, demonstra como a falta de iniciativa pode tolher a capacidade das IES se aproveitarem dos seus direitos e liberdades em formularem programas educacionais modernos nas suas concepções pedagógicas.

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    Paulo VadasPaul Ivan Vadas
    Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
    Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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    Quando, no início da década de 90, tive o prazer de participar do I Seminário Brasileiro de Marketing Educacional e de organizar os II e III Seminários (eventos estes promovidos pelo SEMESP, sob a presidência do professor Gabriel Mario Rodrigues), percebi o quanto ainda era incipiente o ensino superior particular brasileiro. À época, as IES brasileiras eram ainda faculdades, com dirigentes que entendiam que tinham pouca autonomia sobre a gestão educacional/pedagógica das suas respectivas entidades, em que pese a Constituição Federal de 1988 já estar em vigor e determinar, no seu Artigo 206, que “o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

    II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;

    III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e de coexistência de

    instituições públicas e privadas de ensino….”

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    Paulo VadasPaul Ivan Vadas
    Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
    Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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    A Copa do Mundo NÃO acabou. Tal como na política, a cada quatro anos ela se renova e o brasileiro, aquele que acredita que “a esperança é a última que morre”, já está se preparando para a próxima na esperança de ganhar o sonhado hexa. Sabe, porém, que daqui até lá, muito trabalho tem que ser feito. O percurso passa pela renovação necessária para ganhar vários outros campeonatos que estão no caminho, inclusive o da classificação. Serão anos difíceis, mas, como sempre, o brasileiro sabe que, desde os idos da década de cinquenta, quando Pelé e Garrincha despontaram como craques de nível mundial, o Brasil se tornou um verdadeiro celeiro de jogadores que renovam suas equipes e as de outros países ao redor do mundo.

    O mesmo, porém, não acontece na política brasileira. Diferentemente do futebol, a cada quatro anos os “jogadores” que disputam os cargos políticos são sempre os mesmos. Não há renovação por que não existem peças de reposição. Os mesmos jogadores jogam o jogo que sempre jogaram e, consequentemente, o resultado é sempre o mesmo. Os quadros mudam, não se renovam – são herdados de geração em geração. E, assim, as mudanças políticas, econômicas e sociais não acontecem, frustrando as aspirações do povo e criando condições até de desespero enquanto a esperança de desenvolvimento econômico diminui a cada momento.

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