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Sobre : Solon Hormidas Caldas

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Artigos do(a) Solon Hormidas Caldas:

    Sólon Hormidas Caldas
    Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
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    Há um ano, quando o país homenageava seus docentes, eu estava em Israel, um dos países mais desenvolvidos do planeta na esfera tecnológica e globalmente reconhecido como “nação das startups”. Junto com a 2ª Delegação ABMES Internacional, estava imerso em dias de muita tecnologia, inovação e comprometimento com a solidificação de um país a partir da educação.

    Ali, em meio a tantas ferramentas educacionais inovadoras, metodologias focadas nos resultados práticos e com a inteligência artificial pautando uma quantidade sem fim de debates, um aspecto que ficou evidenciado foi a relevância dos professores nesse contexto de revolução do processo de ensino-aprendizagem. Não há sistema computacional altamente complexo, mesmo que capaz de transmitir o conteúdo ao tempo em que identifica e trabalha as dificuldades de cada aluno de forma específica, que substitua a figura do docente. Leia mais »

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    Sólon Hormidas Caldas
    Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
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    Recentemente, o pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, senador Bernie Sanders, propôs o perdão da dívida com financiamento estudantil no país. O montante, que lá chega a US$ 1,5 trilhão, seria coberto com a criação de um imposto sobre ganhos com ações, títulos e derivativos. Além de representar um fardo para os jovens, a proposta conta com o apoio de economistas estadunidenses, para quem a dívida prejudica o consumo e a economia do país.

    Enquanto na maior economia do planeta há quem pense, e proponha, uma alternativa com viés social e econômico, por aqui a dívida com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) parece ter se tornado o inimigo público número um. No Brasil da crise e do desemprego, é possível obter descontos significativos e até mesmo a anistia de algumas dívidas, desde que quem a tenha contraído não seja um estudante de baixa renda lançando mão da única alternativa que dispõe para acessar a educação superior. Leia mais »

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    Sólon Hormidas Caldas
    Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
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    As alterações promovidas pelo governo federal no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no final de 2017 concluíram o processo de retirada do caráter social do programa iniciado em 2015. Fundamentadas na necessidade de ajuste fiscal diante da crise econômica vivenciada pelo país e no alto índice de inadimplência, as alterações conferiram o caráter eminentemente fiscal e financeiro ao programa, tornando-o inacessível para os estudantes.

    Para eles, a divisão das vagas em três modalidades, sendo duas geridas por bancos privados no que foi denominado Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies), dificultou sobremaneira o acesso, já que o financiamento estudantil somente é liberado aos estudantes que atendem às exigências bancárias de garantia de pagamento, geralmente muito mais rígidas do que as adotadas pelo governo. Além disso, há que se estar atento às taxas de juros cobradas nas modalidades 2 e 3. Mesmo na modalidade 2, que conta com recursos de fundos constitucionais, as taxas de juros são mais altas do que as cobradas na modalidade 1 (onde ocorre o financiamento público). 

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