Arquivo da categoria ‘Avaliação e regulação’

Paulo VadasPaul Ivan Vadas
Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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Quando, no início da década de 90, tive o prazer de participar do I Seminário Brasileiro de Marketing Educacional e de organizar os II e III Seminários (eventos estes promovidos pelo SEMESP, sob a presidência do professor Gabriel Mario Rodrigues), percebi o quanto ainda era incipiente o ensino superior particular brasileiro. À época, as IES brasileiras eram ainda faculdades, com dirigentes que entendiam que tinham pouca autonomia sobre a gestão educacional/pedagógica das suas respectivas entidades, em que pese a Constituição Federal de 1988 já estar em vigor e determinar, no seu Artigo 206, que “o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;

III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e de coexistência de

instituições públicas e privadas de ensino….”

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Se o seu candidato não sabe como mudar a educação, mude de candidato”. JBAO [1]

A educação brasileira, conforme a Constituição, é subordinada ao Ministério da Educação (MEC), que a controla por um vasto sistema normativo, aí incluídos regulamentos e fiscalização. Em última análise, tudo é baseado no pode ou não pode, com foco na preparação de profissionais para o mercado de trabalho – não   muito diferente, diga-se de passagem, dos anos 50 ou 40, 30 ou 20 anos atrás. Sobre os últimos 10 anos, então, nem se diga o que aconteceu. Tais realidades nos autorizam a dizer que as normas educacionais brasileiras, criadas para nortear a formação dos cursos, apesar dos esforços, está com uma visão ultrapassada, própria da nossa cultura cartorial e corporativa.

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Roberto Leal Lobo e Silva Filho
Estadão, publicado em 29 de julho de 2018
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A procura pela formação superior, geradora da oferta de novas vagas, principalmente no setor privado, tem se mostrado extremamente volátil nos cursos de Engenharia, tanto quanto a demanda nacional por engenheiros.

Uma pequena variação do PIB Industrial é capaz de ser replicada e multiplicada na demanda por engenheiros. Esse fato foi demonstrado muito claramente em pesquisa realizada há alguns anos pela Confederação Nacional da Indústria – CNI. Não é difícil entender o fenômeno. O investimento empresarial depende das perspectivas econômicas no futuro próximo e alguns estudos revelam que para cada milhão de dólares investidos há necessidade de mais um engenheiro no mercado.

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