Arquivo da categoria ‘Avaliação e regulação’

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Gabriel Mario Rodrigues 1Gabriel Mario Rodrigues
Presidente da ABMES e Secretário Executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular
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Apostar na educação dos menos favorecidos é uma estratégia ousada que precisa encontrar solução inclusive para atender ao Plano Nacional de Educação (PNE, 2014-2024). O que não é razoável é continuar a privilegiar os que podem frequentar um ensino médio de qualidade e, por ironia, ingressar numa universidade pública gratuita que a classe menos favorecida ajuda a manter com seus impostos.

A população brasileira tem cerca de 200 milhões de habitantes, dos quais 24 milhões são jovens entre 18 e 24 anos e, destes, somente 3,5 milhões são universitários (15%). Na Coreia do Sul, o índice de estudantes universitários é de 66%. Há quarenta anos, o Brasil tinha a mesma renda per capita da coreana, que hoje é duas vezes maior do que a nossa. E toda a estratégia do desenvolvimento daquele país foi focada na educação para todos e em todos os níveis.

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José Ricardo AmaroJosé Ricardo Amaro*
Diretor de RH da Edenred
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A ansiedade própria dos jovens que saem das universidades é um aspecto a ser lapidado, visando minimizar esse efeito. Hoje, os jovens trocam de emprego por R$ 200,00 ou R$ 300,00 a mais, pela ilusão de ganhar um prêmio e pelo glamour de ser cobiçado por outras empresas. Ele não tem tempo de concluir um ciclo, entregar um projeto interessante e construir um legado. É motivo de tristeza quando os jovens chegam a trocar de organizações a cada seis meses ou de ano em ano.

Universidades e empresas podem transmitir uma mensagem de mais profundidade para esses jovens para que seu timing de expectativa seja mais coerente com a ida­de cronológica e o tempo de maturidade. Não existe promoção relâmpago, com pessoas assumindo cargos gerenciais e de diretoria em curtíssimo prazo. Essa é uma precipitação que pode prejudicar a carreira do profissional e colocar em risco a sustentabilidade da empresa. Ganhar prêmios, ser promovido, assumir novos desafios e gerenciar equipes são atribuições possíveis depois de muitos quilôme­tros rodados e bastante bagagem acumulada. Embora seja ampla a oferta de trabalho e de oportunidades, os profissionais já não se sen­tem tão engajados e comprometidos com as organizações. E, às vezes, isso faz com que eles não desenvolvam a lealdade e o engajamento para construir uma história na organização.

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Joseli Dantas(*)
Último Segundo, publicado em 30 de janeiro de 2015
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O Brasil tem, atualmente, cerca de 24 milhões de jovens na idade universitária, que é a faixa etária compreendida entre 18 e 24 anos. Deste contingente, apenas 3,5 milhões, cerca de 15%, estão nas salas de aula das faculdades.  Se considerarmos o total de alunos de todas as faixas etárias matriculados no ensino superior, chegamos a 7,3 milhões, ou cerca de 30% da população relevante (segundo o Censo da Educação Superior, INEP).

Como pode ser verificado pelo estudo Education at a Glance, da UNESCO, esses números colocam o Brasil com uma das taxas mais baixas de inclusão no ensino superior do mundo, muito inferior a países vizinhos como Chile, Bolívia, Argentina, Equador e México.

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