Arquivo da categoria ‘Avaliação e regulação’

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Gabriel Mario Rodrigues 1Gabriel Mario Rodrigues
Presidente da ABMES e Secretário Executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular
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“Levando-se em consideração o que os demógrafos denominam de ‘janela de oportunidade demográfica’ – temos hoje uma potencialidade única (o país com população ainda majoritariamente jovem) para acelerar o crescimento econômico e conduzir o país para um desenvolvimento sustentado, E isto só pode ser conseguido pela boa educação.” (Prof. Raulino Tramontim)

O Brasil tem apresentado nas últimas décadas um crescimento exponencial na área educacional, tanto quantitativo quanto qualitativo, por meio da universalização do ensino fundamental, acompanhado da preocupação efetiva de romper o gargalo do ensino médio e de fazer crescer a oferta de ensino superior tanto público quanto privado. As políticas públicas de fomento – que no setor privado estão representadas pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) – trouxeram para os bancos escolares uma parcela significativa das classes menos favorecidas que vêm mostrando um bom desempenho nas avaliações das instituições de ensino superior (IES).

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wanda_camargoWanda Camargo
P
rofessora aposentada da UFPR, em exercício nas Faculdades Integradas do Brasil – UniBrasil
Assessora da presidência do Complexo de Ensino Superior do Brasil
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O Plano Nacional de Educação – PNE prevê que no máximo em dez anos metade das escolas públicas em todo Brasil ofertem ensino em tempo integral; trata-se de meta ambiciosa, generosa e necessária, porém esbarra em inúmeras dificuldades.

Já houve em nossa História algumas tentativas de implantar escola pública em tempo integral, a primeira delas de iniciativa do educador Anísio Teixeira na década de 1950; seguindo-se os chamados Ginásios Vocacionais, em São Paulo nos anos 1960; na década de 1980 o governo Leonel Brizola implantou no Rio de Janeiro os Centros Integrados de Educação Pública – CIEPs, por inspiração de Darcy Ribeiro. A primeira experiência de alcance nacional ocorreu no governo Collor, nos anos 1990, com os Centros de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente – CIACs, no modelo dos CIEPs. Afora isso, foram feitas diversas experiências em nível estadual e municipal, com maior ou menor sucesso.

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Luiz Antonio Barreto de Castro
Presidente da Sociedade Brasileira de Biotecnologia e membro titular da Academia Brasileira de Ciências
O Imparcial, publicado em 8 de janeiro de 2015
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Posso até estar ferindo a Constituição se disser que deveríamos pagar pela universidade brasileira. Não vejo alternativa. Nos Estados Unidos, no século 19, era óbvio o desequilíbrio regional. Por razões geográficas, a desigualdade não era somente entre o Norte e o Sul, mas também entre o Leste e o Oeste. No Brasil, essa disparidade também é óbvia, principalmente entre o Nordeste e o Sudeste. A renda per capita do Nordeste é a metade da do Sudeste.

Os Estados Unidos criaram o sistema Land Grant de Universidades, pelo Morrill Acts enacted by Abraham Lincoln in 1862, estimulando o ensino superior nos estados mais pobres, inicialmente doando terras para a construção de instituição de ensino superior. Ofereceram outros benefícios financeiros e técnicos, priorizando investimentos federais em áreas técnicas importantes e de difícil solução. Os benefícios diminuem com o tempo. Com esse modelo, os estados pobres facilitam nas Universidades Land Grant o acesso de alunos nascidos no estado, que pagam muito pouco. Mas as universidades são pagas e o ensino médio é gratuito.

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