Arquivo da categoria ‘Avaliação e regulação’

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Paulo CardimPaulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Presidente da Conaes
Blog da Reitoria, publicado em 28 de janeiro de 2019
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Na semana finda, a Câmara de Educação Superior (CES) do Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de graduação em Engenharia. Essa deliberação corrige um equívoco cometido pela CES, quando aprovou as DCNs para Engenharia, pela Resolução CNE/CES nº 11/2002, desprezando as habilitações que estavam surgindo. Tal fato prejudicou sensivelmente os alunos que realizaram o Enade até agora.

Até a aprovação do referido parecer, existiam apenas cinco habilitações de Engenharia, aprovadas pela CES: Engenharia Agrícola, Engenharia Agronômica ou Agronomia, Engenharia da Computação, Engenharia de Software, Engenharia Florestal e Engenharia de Pesca.

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Roney SignoriniRoney Signorini
Assessor e Consultor Educacional
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Sempre gostei de números, grande razão de minha formação em Arquitetura, me sinto atraído por um bom cálculo e às vezes vou ao desafio de equações.

O mundo dos números é tão fascinante que mais parece um feitiço quando se fecha a conta e deu tudo certo, quase uma hipnose aritmética. Talvez sugestionado por Malba Tahan, de quem fui e sou aficionado.

O assunto de hoje é a Portaria Nº 1.428, de 28/12/18, ou seja, editada pelo governo anterior, no apagar das luzes, motores esquentando na pista para a decolagem. A redação da norma tem uma ementa bem breve: Dispõe sobre a oferta, por Instituições de Educação Superior – IES, de disciplinas na modalidade a distância em cursos de graduação presencial.  A seguir estão as prerrogativas do editor Leia mais »

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Sólon Hormidas Caldas
Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
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O corte de recursos e as reestruturações feitas pelo governo federal no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), associadas à escassez de empregos e ao aprofundamento da crise econômica que assola o país desde 2014, impactaram diretamente nas políticas públicas de financiamento do ensino superior no Brasil. O resultado desta combinação foi a menor taxa de contratação do Fies desde 2010, quando o programa adotou o modelo atual.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), apesar da promessa de incluir 310 mil novos alunos em 2018, apenas 81 mil contratos foram efetivados, ou seja, pouco mais de 26% da meta. Nem as 100 mil vagas na modalidade governamental, com juro zero, foram preenchidas devido ao alto grau de exigências das atuais regras.

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