Arquivo da categoria ‘Avaliação e regulação’

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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O Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece diretrizes, metas e estratégias para os próximos dez anos da educação brasileira. Sendo lei (Lei no 13.005, de 25 de junho de 2014), cabe ao Governo e à sociedade respeitá-la e envidar todos os esforços para transformá-la em realidade.

No entanto, a quase totalidade dos estudiosos reconhece que algumas de suas metas, infelizmente, não serão cumpridas. O foco deste texto é, especificamente, a Meta 12, a qual se refere a elevar a taxa bruta de matrículas na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33%, tendo como referência a população de 18 a 24 anos, assegurado que, pelo menos, 40% das novas matrículas sejam no segmento público.

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Paulo CardimPaulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Presidente da Conaes
Blog da Reitoria, publicado em 3 de dezembro de 2018
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Em 2016, assumi as funções de membro da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior, a Conaes, órgão colegiado superior do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, o Sinaes, instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Um mandato de três anos, “escolhido entre cidadãos com notório saber científico, filosófico e artístico, e reconhecida competência em avaliação ou gestão da educação superior”, nos termos do inciso VII, art. 7º da referida lei.

Em 2017, tive a honra de ser conduzido, pelos meus pares, à Presidência da Conaes e reconduzido, em 2018. Encerrou-se, no último dia 30, o meu mandato como membro desse egrégio colegiado. Todavia, acabo de ser reconduzido, pelo ministro em exercício, Henrique Sartori de Almeida Prado, para mandato de mais três anos pela Portaria nº 1.265/2018, datada de 28 de novembro de 2018. Sinto, agora, mais pesada responsabilidade, tendo em vista a mudança dos rumos da educação brasileira, anunciada pelo presidente eleito Jair Messias Bolsonaro, a partir de 1º de janeiro vindouro, e os primeiros pronunciamentos do futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, professor de Filosofia, mestre em Pensamento Brasileiro pela PUC-RJ, doutor em Pensamento Luso-Brasileiro pela Universidade Gama Filho e pós-Doutor pelo Centro de Pesquisas Políticas Raymond Aron, de Paris, com ampla experiência docente e de gestão acadêmica. É, ainda, professor emérito da Escola de Comando e Estado Maior do Exército.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Coordenador da Universidade Positivo
Foi professor da UFPR, PUCPR e vice-presidente da ACP
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Caso o nosso Ensino Médio fosse um aluno em uma escola, não teria passado de ano – e não apenas uma vez, mas em vários anos consecutivos. Quando da divulgação da média 3,8 (numa escala até 10) no último IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), o Ministro da Educação, Rossieli Soares, num lamento pungente, assim se expressou: “É mais uma notícia trágica para o Ensino Médio do Brasil”. Afinal, já faz 20 anos que essa nota permanece nesse patamar crítico, ignominioso.

O IDEB, o mais relevante indicador da qualidade da nossa educação, é gerado a cada 2 anos pelo Inep/MEC a partir de avaliações em todas as escolas públicas, sendo facultado às privadas a participação voluntária. E outros resultados também corroboram com o que o MEC realça como trágico: de cada 10 alunos que concluem o Ensino Médio, 7 o fazem sem os níveis adequados em Português e Matemática; no último PISA – exame internacional que coteja os resultados de 70 países aplicado a adolescentes de 15 anos –, funestos foram os resultados: o Brasil obteve a 53ª posição em Linguagem, 63ª em Ciências e 66ª em Matemática; e nas provas do Enem, aplicadas aos que concluíram o Ensino Médio, se constata uma gradual queda nas notas em Matemática e Português.

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