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Arquivo da categoria ‘Avaliação e regulação’

Sólon Hormidas Caldas
Assessor da Diretoria do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular
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Na última sexta-feira, dia 22 de março, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante anunciou o fechamento temporário de autorização para novos cursos de direito e o cancelamento de vestibulares para todos os cursos cujos alunos formados tenham tirado nota até 3 no Conceito Preliminar de Curso (Indicador CPC, do MEC).

O setor particular de ensino superior sempre foi favorável à oferta de cursos com qualidade e ao processo de avaliação baseado no que determina a lei do  SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. Nesse sentido, o setor não é contra a definição de novos critérios para a abertura de cursos, desde que sejam baseados no que a lei determina. Se existe algum curso que não oferece um padrão de qualidade adequado, o MEC também é responsável, tendo em vista que, ao liberá-lo para funcionamento, faz uma avaliação prévia para constatar as suas condições de funcionamento.

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Arnaldo Niskier
Correio Braziliense, publicado em 21 de março de 2013
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Acreditamos piamente que os examinadores do Enem, contratados pelo MEC para a correção das provas de língua portuguesa, saibam como são escritas as palavras “enxergar”, “razoável” e trouxe”. Se deram 1.000 pontos, para provas consideradas perfeitas, com os candidatos utilizando as formas “enchergar”, “rasoavel” e trousse”, como comprovou o jornal O Globo, é porque desprezaram a norma padrão ou culta, numa atitude francamente irresponsável. São linguistas da Universidade de Brasília que orientaram esse comportamento, com o beneplácito do Inep.

Parece que o Enem sofre com alguma caveira de burro que o acompanha desde os primeiros exames. Já teve de tudo: da quebra do sigilo das provas, passando pela venda de respostas, a essa triste novidade. Isso pode ser consequência da guerra surda travada entre linguistas (em geral jovens) e gramáticos, que se digladiam para interpretar, cada um a seu modo, a melhor maneira de promover a integridade do nosso vernáculo.

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Hélio Schwartsman
Folha de S.Paulo, publicado em 20 de março de 2013
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SÃO PAULO – Como o MEC não pode fazer muita coisa para produzir rapidamente o salto qualitativo de que a educação básica tanto precisa, vem mirando em outros alvos. A última proposta do ministério para melhorar o nível dos formandos em direito é obrigar os estudantes a fazer um estágio em órgãos públicos.

Até acredito que os alunos tenham muito a aprender frequentando os corredores do Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria, mas duvido que essa medida, se é que é mesmo factível, venha a resolver o problema da formação dos advogados. O erro aí é de diagnóstico.

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