Arquivo da categoria ‘Avaliação e regulação’

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Gabriel Mario Rodrigues
Presidente da ABMES
Secretário Executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular
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Há duas semanas neste mesmo espaço, expus a opinião de um Analista de Instituições Financeiras: “a avaliação poderia ser medida pela evasão de alunos de um determinado curso”. Houve críticas dizendo que esta opinião não deveria ser considerada, porque o principal motivo da evasão é econômico: o aluno abandona a escola unicamente por não ter condições de continuar pagando as mensalidades. Além disso, pela diversidade de cursos, de perfis de alunos e de diferenças regionais, dificilmente conseguir-se-ia dentro deste critério, construir uma avaliação isenta de equívocos. Outro questionamento ao artigo sugeria ser preferível avaliar a situação do egresso no mercado de trabalho.

Retomo o tema por acreditar que ainda não existe nem no Brasil nem no exterior a fórmula perfeita de avaliar a qualidade do ensino. A própria experiência do Ministério da Educação (MEC) em adotar métodos amplamente contestados pela comunidade acadêmica é uma prova cabal do que afirmo.

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Gabriel Mario Rodrigues
Presidente da ABMES
Secretário Executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular
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Na semana passada, neste mesmo espaço, em razão do Projeto de Lei nº 4372/2012, que cria o Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação do Ensino Superior (Insaes), comentei em artigo sobre a modernidade e os modelos de avaliação e que o novo organismo deveria pensar em inovar os seus processos de trabalho com o apoio dos avanços tecnológicos. Defendi na ocasião a extinção da avaliação presencial e sua substituição pela avaliação a distância como um desafio a ser enfrentado.

Em um dos comentários postados no blog sobre o artigo, um professor – que é avaliador – não concordou com a proposta. Ele questionou minha posição, dizendo que, normalmente, e com raras exceções, inclusive nas Universidades Federais, o que é comunicado pelas instituições nos formulários do e-MEC não corresponde com fidelidade à realidade e que nas visitas in loco são constatadas as disparidades entre o informado e o avaliado. “Imagine o que aconteceria se a avaliação presencial fosse totalmente extinta?” – ele perguntou.

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Hélio Schwartsman
Folha de S.Paulo, publicado em 28 de fevereiro de 2013
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Primeiro foram os médicos, agora, os advogados. O Ministério da Educação parece disposto a controlar na unha o fenômeno da concentração de profissionais liberais nas regiões mais ricas do país. Algumas semanas atrás, o MEC anunciou que novos cursos de medicina só poderão ser abertos em áreas carentes de profissionais de saúde. Na quinta passada, disse que considera tomar a mesma providência em relação a faculdades de direito.

Parece-me uma tremenda de uma bobagem, uma tentativa canhestra de dizer que o governo está fazendo alguma coisa e, de quebra, quem sabe até ganhar alguns pontos com as duas corporações, preocupadas que estão com o excesso de mão de obra e a hiperconcorrência nas cidades mais abastadas. É evidente, entretanto, que o alcance da medida é, na mais generosa das hipóteses, limitado. E ainda bem, poderíamos acrescentar, já que o principal entrave ao sucesso da diligência está o fato de o Brasil ser um país livre.

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