Arquivo da categoria ‘Avaliação e regulação’

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Dr. Gabriel Mario Rodrigues
Presidente da ABMES
 
Reitor da Universidade Anhembi Morumbi
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Quando o economista Jim O’Neal criou a sigla BRIC, mostrando a mudança na hierarquia das nações, era difícil imaginar quem a desprezaria. Nos últimos tempos, curiosamente, esse desprezo surgiu nos lugares mais imprevisíveis, por exemplo, nos célebres rankings mundiais entre universidades. É tão estranho, mas os cantos do mundo que fizeram a economia mundial girar, antes e depois da crise do subprime, foram exatamente os que não ficaram bem na foto dos rankings de 2010, tanto na classificação do Times Higher Education, como na do QS, aquela outra classificação que colocou Harvard em segundo lugar, depois de Cambridge. Ainda pior é que, muitas vezes, faculdades isoladas movem o mundo ao seu redor e os rankings nem notam. Aliás, como medir o salto de qualidade na economia regional da chegada de uma pequena universidade, seja no interior da Tailândia, seja a duzentos quilômetros da capital de Paraíba?

Esses tropeços dos rankings pedem alguma ponderação: afinal, a economia chinesa que é a segunda do mundo, merece ter sua maior universidade como a 37º do planeta? Será que a China não precisou de boas universidades para ultrapassar o PIB japonês? Seria, portanto, apenas sensato que a palavra “relatividade” acompanhasse as festas, ou as choradeiras, que sempre aparecem depois das publicações desses rankings. Mas, não é o que acontece. Na verdade, acabamos convivendo com a impressão de que é melhor cuidar da posição no ranking do que, efetivamente, avançar no desempenho acadêmico. Esta segunda tarefa, melhorar o ensino, tem sentido bem claro: agregar, somar valor ao conhecimento dos que investem tempo, dinheiro e vontade em educação superior.

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José de Freitas Guimarães
Site Consultor Jurídico, publicado em 09 de janeiro de 2011
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Apesar de considerar inconstitucional o exame de ordem aplicado pela Ordem dos Advogados do Brasil, cujas fundamentações já foram apresentadas em minhas diversas manifestações na Consultor Jurídico, não tenho como negar que a questão da qualidade do ensino de qualquer área de formação deve ser objeto de preocupação, não apenas dos dirigentes da entidades de classe, mas, também, por qualquer cidadão.

No caso da advocacia, a questão envolvendo a inconstitucionalidade do exame de ordem tem chegado às raias da intolerância. As páginas dos variados sítios jurídicos estão poluídas com ofensas gratuitas e, mesmo, de nenhum proveito ao cidadão.

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Paulo Presse
Analista Estatístico, atua nas áreas de Estudos de Mercado e Análises Estatísticas. Graduado em Matemática, professor universitário e Especialista em Docência no Ensino Superior. Paulo@hoper.com.br
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Uma gestão de sucesso não se descreve só com palavras, ela também é demonstrável pela eficiência de seus indicadores. É com esse conceito sucinto que evidencio a importância do uso dos indicadores na gestão de uma instituição de ensino superior (IES).

Hoje, torna-se inegável a importância dos indicadores em nosso cotidiano, a exemplo de um diagnóstico médico, ou até de um parecer econômico sobre uma instituição, lá estão eles inseridos, dando sustentabilidade de argumentação ao parecerista.  Leia mais »

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