Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
Presidente do Instituto Êxito

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É muito comum, ao se ver uma pessoa de sucesso, dizer que ela teve sorte. A “sorte” só vale para quem ganha um prêmio, recebe uma herança, enfim, enriquece por fatores externos. Quando falamos em sucesso verdadeiro, vemos que a sorte não é fator determinante. Na verdade, o que se chama de “sorte” é a reunião de uma série de fatores que podem levar uma pessoa ao sucesso e à prosperidade. Essas pessoas constroem sua própria sorte.

O primeiro elemento da “sorte” é o conhecimento. Vivemos na era da informação e do conhecimento. Nesta sociedade, a informação e conhecimento, chamados de capital intelectual, são muito mais importantes do que os recursos materiais como fator de desenvolvimento humano; considerados, inclusive, instrumentos de poder. Nesta nova era, nenhum país do mundo consegue sair de um estágio de subdesenvolvimento senão por meio da educação do seu povo, e isso só ocorre com  um investimento forte, real, eficaz e eficiente na educação. Por sua parte, quem deseja empreender e se desenvolver precisa buscar o conhecimento; nem sempre a educação acadêmica, mas estar informado, conhecer o mercado em que atua ou deseja atuar, seus concorrentes, as práticas do setor. Conhecimento é algo de que ninguém pode abrir mão.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Além do silêncio, o que mais se aproxima na tentativa de expressar o inexprimível é a música. Pensamento de Aldous Huxley. Há músicas indescritíveis: sacras, clássicas, populares. Sensação, arrepio, enlevo ao ouvir certas composições que não são músicas apenas para os ouvidos. Penetram profundamente n’alma. E fazem que, ouvindo o que os ouvidos não se cansam de ouvir, possamos ondular acordes “num voo angélico para as altas esferas” e levitar, acima do assento, nosso corpo ouvinte.

Prelibar, antegozar o Céu. Para os que creem, apenas um modo analógico de dizer. Como se lê de Paulo aos Coríntios: ”Olho algum jamais viu, ouvido algum nunca ouviu e mente nenhuma imaginou…” Ou subindo ao sétimo céu, estado de felicidade plena, no paraíso. Segundo o islamismo, sete são os céus, superpostos. O sétimo é o céu de Alá, presidido pelo patriarca Abraão.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Vovó Isa não tinha mais o que inventar para distrair nossa netinha de quatro anos. Aí, então, inventou mais um teatrinho: O Sol e a Lua. Elisa escolheu ser o Sol. Enquanto cada uma improvisava coreografia e texto, ensaio valendo como interpretação, fiquei pensando nesse fenômeno de todo dia, de toda noite. Do dia e da noite, de noite e de dia. Todo dia renasce o Astro Rei. Não apenas no seu dia, Sontag, Sunday…

Fez-se tarde. Fez-se manhã. Primeiro dia da criação. Exista a luz. “Fiat lux.” A luz era boa e bela. Foi separada das trevas. A luz, “dia”; as trevas, “noite”. O dia, para os egípcios, começava pelo ocaso; para os persas, com o nascer do Sol; para os atenienses, a partir da sexta hora do dia; segundo os romanos, à meia noite. Hora do galicínio, galicanto, hora matutina em que os galos cantam. Antes que o galo cante três vezes, tu me negarás, disse Jesus a Pedro. E assim se deu. O que de melhor que a luz? Então, seja luz! Vós sois a luz do mundo. “Licht, mehr Licht”, Luz, mais luz, últimas palavras atribuídas a Goethe. O mito da caverna de Platão só admitia claridade fora da caverna.

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