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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Recentemente, casos assombrosos de alunos desrespeitando professores em sala de aula chamaram atenção na mídia. A afronta e a violência dos atos deixou muitas pessoas indignadas. Apesar de os casos noticiados terem ocorrido em escolas públicas, e isso ser usado como argumento para condenação dos adolescentes, fato é que essas ocorrências também são registradas na rede particular. Pior: muitos pais culpam a própria escola por “não ter dado a educação necessária” ao adolescente. Como se esse fosse o papel do centro de ensino.

Uma coisa deve ficar muito clara: a escola informa, forma, educa, mas quem cria é a família. Assim sendo, deve vir de casa a boa educação, as boas maneiras. Noções como respeito e cordialidade não deveriam ter que ser ensinadas nos colégios, mas apenas reforçadas e incentivadas. Acontece que, em uma realidade com pais cada vez mais ausentes (seja por excesso de trabalho, seja por irresponsabilidade), essa parte da formação do caráter acaba relegada ao sistema de ensino, o que é um grande erro.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“A inteligência artificial saiu do laboratório (e dos estúdios de cinema) e está em seu prédio. Em sua casa. Em seu escritório. Está permeando todas as instituições que orientam nossa economia global. Desde o Alexa até o Nest, a Siri, a Uber e o Waze, estamos cercados por máquinas inteligentes – executadas em plataformas de software –, que possuem uma capacidade incrível e que aprendem sozinhas. E isso é apenas o começo.” (Malcolm Frank, Paul Roehrig e Ben Pring)

Na década de 1970, assisti à peça teatral “Quando as Máquinas param”, do contravertido autor Plínio Marques de Barros (1935-1999). A história de grande repercussão que segue com reapresentações até os tempos atuais é sobre um jovem casal, Nina e José, moradores da periferia paulistana, que viviam os arroubos amorosos da juventude, com planos de ter filhos, carro e morar em condomínio. Porém, diferente do planejado, a felicidade desaba quando Zé é demitido e vai para o olho da rua. Mesmo depois, por mais que procurasse, não encontrava emprego, e, com as discussões diárias com Nina, o amor desaparece. Nessa situação de penúria, José revela um lado que a companheira não conhecia, o de desajustado para a vida e sem ânimo para nada. Seu consolo é a bebida.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Conde Afonso Celso, publicou, em 1900, o livro Por que Me Ufano do meu País. Popularizou-se o termo ufanismo, atitude, posição ou sentimento dos que, influenciados pelo potencial das riquezas brasileiras, pelas belezas naturais do País, além de outros motivos, dele se vangloriam desmedidamente. Falar nesse ufanismo, hoje em dia, parece totalmente fora de moda.

Etimologicamente, nação (nacionalidade) designa o lugar de nascimento. País ou pátria, “terra patrum”, é o território dos pais, dos antepassados, terra-mãe: “Patriae nomen dulce est” (Cícero): o nome da pátria é doce. “Dulce et decorum est pro patria mori” (Horácio): é doce e honroso morrer pela pátria. Definir o que seja nação é um desafio. “Definitio periculosa”, difícil, desafiante. Trata-se de um conceito complexo, que envolve um feixe de variáveis.

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