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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
Presidente do Instituto Êxito

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Quem nunca teve um sonho? Aquele desejo forte, que faz o coração aquecer e o olho brilhar. Todos já tivemos ou temos – um ou vários. Sonhar é inerente à natureza humana, que está sempre em busca de desejos, mirando realizações. Além disso, sonhar faz bem para a mente e para a vida, pois é também motivação para continuar na luta diária.

É preciso sonhar um sonho e se apaixonar por ele, amando-o até sua realização. E, quando realizá-lo, sonhar outro, pois, ou você constrói o seu próprio sonho e luta para concretizá-lo, ou “fará parte da construção do sonho de alguém”. Pergunte-se sempre quanto vale o seu sonho: quando conseguir afirmar que ele não tem preço, não abrirá mão dele por nada neste mundo e lutará com todas as forças e energias para torná-lo real.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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 “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim, assim como o Pai me conhece a mim e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.” (João 10.14-15)

 Há 2.019 anos nasceu em Belém Jesus, nome trazido e anunciado a Maria pelo anjo e mensageiro Gabriel. Apesar de filho de Deus, não nasceu num palácio, mas num humilde estábulo. Sua palavra, porém, reverbera até hoje por sua força e atemporalidade. E olha que a língua falada, mais do que a escrita, era o aramaico[1], próxima do hebraico, utilizada para a comunicação com seus “alunos”.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Quando se espera que o tempo passe rápido, num vapt-vupt, pedimos um minutinho, um segundinho, um tempinho. Quando demora, quando muito dizemos um tempão, não um minutão, nem minutíssimo, nem minutaço, à semelhança de um golaço. Minuto seria uma palavra de significação plena, minuto é minuto, matematicamente nem mais nem menos do que a unidade de medida igual a 60 segundos.

Podemos viver, num só dia, um ano de emoções. Um minuto, para nós, pode durar uma eternidade. Além disso, tratando do “homem cordial”, em Raízes do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda escreveu que a terminação “inho”, aposta às palavras, serve para nos familiarizar com as pessoas ou os objetos. Associa-se também com o tempo psicológico e com a faixa etária.  O sufixo “inho” pode nos distanciar da razão, mas nos aproxima do coração.

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