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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Perdas de R$ 267 bilhões por ano. Esse é o impacto dos congestionamentos de trânsito na economia brasileira, segundo pesquisa divulgada no Summit Mobilidade Urbana 2019, em São Paulo. Além disso, o estudo mostrou que o brasileiro gasta, em média, 1h20 por dia para se deslocar para as atividades principais. Esse número pode chegar a 2h07 para que se cumpram todos os deslocamentos diários, o que resulta em 32 dias gastos por ano no trânsito. Ou seja, um mês perdido em engarrafamentos. A mobilidade urbana é realmente um dos maiores problemas do Brasil e afeta, inclusive, a democratização do uso de espaços e o acesso a oportunidades. Um problema de longa data que não vislumbra solução em um curto ou médio prazo.

Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrentam desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: temos mais carros nas ruas. Governos passados investiram no desenvolvimento da indústria automobilística, facilitando o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve – e continua sem haver – programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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A imagem da professora brandindo a palmatória não sai da cabeça: “Menino que não aprende merece apanhar!”. Quem já passou por essa experiência assustadora? Não faz muito tempo, acreditava-se que a melhor forma de garantir a motivação dos estudantes era através de ameaças de violência física, ou de humilhação. Colocar o chapéu de “burro” e ficar no canto, de costas, seria a forma de evitar a preguiça nos estudos.

Hoje sabemos que cada aluno é único em seu potencial de aprender, e o professor sábio deve ter paciência e saber adaptar sua estratégia de ensino às necessidades individuais de cada um. Mais do que isso, deve-se construir um ambiente em sala de aula que incentive a tolerância, a cooperação e a diversidade intelectual e social. Simples assim? Aí é que mora o perigo…

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Inúmeros são os tipos de linguagem: linguagem infantil, linguagem popular, gíria, jargão, linguagem erudita, linguagem escorreita, linguagem jurídica, cada uma com seu vocabulário específico, inerente a uma ciência, arte, profissão, etc. Até o mundo do crime obedece a um linguajar próprio. Uma linguagem pode ser obscena, pobre ou rica em conteúdo e forma. Há uma linguagem musical como há uma linguagem do olhar. Linguagem que se define pelos sentidos externos: auditiva, visual, tátil, olfativa, gustativa. Linguagem cognitiva, linguagem afetiva, articulada, artificial, afetada; assembly language, cognitiva, técnica; linguagem escrita, oral, gramatical, corporal, de máquina, linguagem de programação, denotativa e conotativa, figurada; de alto nível, de baixo nível, calão; lúdica, poética; referencial, simbólica; estruturada; mímica; linguagem corporal, linguagem da marcha militar, linguagem da dança; marionetes; tropel cadenciado de cavalos de raça ou estrepitoso, de cavalos selvagens, linguagem comum aos hinos nacionais. Farfalhar de folhas. Murmúrio das ondas do mar, do vento que cicia. Comadres que rumorejam coisas sem importância.

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