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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Inovar não é um processo fácil, é verdade. É preciso pesquisa, esforço, dedicação, vontade, testes, várias interações, validações, mas, principalmente, atenção ao mercado, sob as óticas da concorrência e do público. Uma empresa que quer sobreviver na conjuntura econômica e tecnológica atual precisa, de fato, manter constante estudo sobre as tendências que se apresentam no mercado, sob pena de ficar para trás e, em último caso, ir à falência.

O benchmarking é uma técnica já amplamente utilizada no âmbito empresarial. Consiste, grosso modo, na comparação que uma empresa faz de suas práticas, técnicas, produtos e serviços com os de uma concorrente, a fim de melhorar sua atuação. Acredito que essa deva ser uma conduta ainda mais presente no cenário atual.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Na oração católica Salve Rainha consta uma dura situação: “gemendo e chorando neste vale de lágrimas”. Pessimista ou não a metáfora, ao considerar o mundo como local tormentoso, cabe o símile “VALE” de lágrimas em decorrência do rompimento de barragens.

O protagonista da obra A Divina Comédia é o próprio autor, poeta Dante Alighieri. Esse poema épico, escrito no inicio do século XIV, é dividido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. Cada parte consta de 33 cantos. Dante percorre o inferno na companhia do poeta romano Virgílio, que viveu a.C.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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À medida que o tempo passa, se estamos lúcidos, vamos estocando experiências, descobertas, frustrações. De certa forma, arrastando o passado dentro de nós. Portadores, todos nós, de influências tidas como benéficas ou maléficas, de influências positivamente pedagógicas, estimulantes, ou negativamente antipedagógicas, desestimulantes, quando não traumatizantes. Do tipo: – Você não dá pra isso! Desista para o resto da vida. Em alguns casos de superação a pessoa se propõe provar justamente o contrário, quando encara o desafio e o vence com galhardia.

Estocando erros e acertos, ganhos, perdas e danos, “e le angoscie di una povera ricchezza”. Dependendo de como encaramos o peso dessa memória mista de conceitos, preconceitos e emoções, podemos nos sentir paralisados por dentro, reféns do passado. Um paralítico pode estar mais centrado do que uma pessoa normal fisicamente. Tudo uma questão de se encontrar, de encontrar a vida.

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