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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Na Idade Média, o teatro exibia representações religiosas, como os Milagres e os Mistérios. As comédias, por sua vez, tratavam de moralidade e apresentavam farsas, sendo uma das mais célebres a Farsa do Advogado Pathelin, já no século XV. Encenavam também as soties, representações de caráter satírico. Sotie deriva de sot, em francês, que significa tolo, p. ex.: “Il est un sot”, ele é um bobo, patola.

Esse tipo de teatro, então, teve seu nascedouro em temas religiosos. A missa era o drama sacro por excelência, principalmente nos dias de festa. Eram os assim chamados Milagres. Pouco a pouco, o drama se separa do ofício sagrado. Passamos a ter peças profanas, ao pé da letra, fora do templo, campal, em praça pública. Os Milagres cedem lugar aos Mistérios, assim denominados pelos franceses e italianos. Na Grã-Bretanha datam do século XI, segundo o escritor Alexandre Herculano. A partir do séc. XIV, inclusive na Alemanha, essa modalidade de espetáculo teatral abarcava, durante vários dias, toda a história sagrada, desde a queda de Adão e Eva, no Paraíso, até a vida de Jesus Cristo e o Juízo Final.

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
Presidente do Instituto Êxito

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É muito comum, ao se ver uma pessoa de sucesso, dizer que ela teve sorte. A “sorte” só vale para quem ganha um prêmio, recebe uma herança, enfim, enriquece por fatores externos. Quando falamos em sucesso verdadeiro, vemos que a sorte não é fator determinante. Na verdade, o que se chama de “sorte” é a reunião de uma série de fatores que podem levar uma pessoa ao sucesso e à prosperidade. Essas pessoas constroem sua própria sorte.

O primeiro elemento da “sorte” é o conhecimento. Vivemos na era da informação e do conhecimento. Nesta sociedade, a informação e conhecimento, chamados de capital intelectual, são muito mais importantes do que os recursos materiais como fator de desenvolvimento humano; considerados, inclusive, instrumentos de poder. Nesta nova era, nenhum país do mundo consegue sair de um estágio de subdesenvolvimento senão por meio da educação do seu povo, e isso só ocorre com  um investimento forte, real, eficaz e eficiente na educação. Por sua parte, quem deseja empreender e se desenvolver precisa buscar o conhecimento; nem sempre a educação acadêmica, mas estar informado, conhecer o mercado em que atua ou deseja atuar, seus concorrentes, as práticas do setor. Conhecimento é algo de que ninguém pode abrir mão.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Além do silêncio, o que mais se aproxima na tentativa de expressar o inexprimível é a música. Pensamento de Aldous Huxley. Há músicas indescritíveis: sacras, clássicas, populares. Sensação, arrepio, enlevo ao ouvir certas composições que não são músicas apenas para os ouvidos. Penetram profundamente n’alma. E fazem que, ouvindo o que os ouvidos não se cansam de ouvir, possamos ondular acordes “num voo angélico para as altas esferas” e levitar, acima do assento, nosso corpo ouvinte.

Prelibar, antegozar o Céu. Para os que creem, apenas um modo analógico de dizer. Como se lê de Paulo aos Coríntios: ”Olho algum jamais viu, ouvido algum nunca ouviu e mente nenhuma imaginou…” Ou subindo ao sétimo céu, estado de felicidade plena, no paraíso. Segundo o islamismo, sete são os céus, superpostos. O sétimo é o céu de Alá, presidido pelo patriarca Abraão.

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