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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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No mundo corporativo e do empreendedorismo, muito se fala que, para alcançar um objetivo, é preciso focar nele, no seu destino, e lutar muito para atingi-lo. Não discordo. Acredito ser necessário, quando se tem um sonho ou desejo, transformá-lo em um objetivo e usar todos os recursos necessários, com muita garra e determinação, para tornar esse sonho uma realidade.

Porém, o que muitos esquecem é que, entre o início e o fim dessa jornada, há um caminho longo a se percorrer e que, nele, você pode viver inúmeras experiências enriquecedoras. E é nesse processo que é importante focar, muito mais do que no objetivo final.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Clássico é um livro que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer.” (Italo Calvino)

Lúcido, apesar de seus 98 anos completados em 8 de julho, o visionário Edgar Morin não se cansa de debater a relação entre a razão e a emoção no pensamento complexo. Ele, que é um dos maiores sociólogos vivos, esteve no Brasil em junho deste ano para o 3º Congresso Socioemocional Liv, espaço para formação e aprimoramento de boas práticas em educação socioemocional.

Em 1999, a Unesco solicitou que o filósofo francês sistematizasse um conjunto de reflexões para repensar a educação para este século. O resultado foi o livro clássico, no sentido da epígrafe apresentada neste artigo, “Os sete saberes necessários à educação do futuro”[1]. Segundo Morin, esses pontos deveriam ser tratados em “toda sociedade e em toda cultura, sem exclusividade nem rejeição, segundo modelos e regras próprias a cada sociedade e a cada cultura”. Seria uma forma de, preservando nossa humanidade, nos posicionarmos frente aos avanços inexoráveis das tecnologias digitais, da realidade virtual e da inteligência artificial. Essas reflexões, por sua atemporalidade, continuam, quase vinte anos depois, ditando a tônica para uma sociedade e educação 5.0.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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“O dom supremo da palavra se metamorfoseou numa infinidade de estrelas ou asteriscos simbólicos e significantes.” Oral ou escrita, a palavra é sombra do pensamento, expressão de faculdade própria do homem. A linguagem, sobretudo a convencional, distingue, fundamentalmente, um bando de animais de um grupo social. Verdade é que os irracionais chegam, também, a emitir sons harmoniosos, como ”as aves que aqui gorjeiam”, mas nunca os coordenam e articulam. Os animais têm, sim, uma linguagem natural, pois que não é privativa do homem. O cão uiva para demonstrar tristeza, porém sem aquele algo mais do ser humano… Vozes cujo timbre também é único, individual, intransferível, como branca, de crianças; soprano, contralto, tenor, barítono.

Dentre outras vozes, as aves cantam, trilam, trinam; o beija-flor trissa, os bovinos berram, mugem; o burro zurra, a cabra bale, a calhandra grinfa, o camelo blatera, o cão late, ladra; o cachorrinho gane, o cavalo relincha, a cegonha glotera, o cisne arensa, o corvo crocita, a coruja grazina, a ema suspira, a galinha cacareja, o galo canta, o gato mia, o grilo cricrila, a hiena gargalha, o leão ruge, o lobo uiva, o macaco grita, o morcego trissa, a mosca zumbe, a ovelha bale, a paca assobia, o papagaio fala repetindo o que ouve; o pato gracita, o pavão pupila, o peixe ronca, o peru gruguleja, o pombo e a rolinha arrulham, o porco grunhe, a raposa regouga, o rato guincha, a rola turturina, o tatu choraminga, o tigre rosna, a vaca muge.

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