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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Ao participar de uma videoconferência com membros do Conselho Nacional de Educação (CNE), a convite da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup), pude constatar aquilo que muitos têm observado: a educação on-line se tornou um caminho sem volta no Brasil.

A partir das portarias 343 e 345, do Ministério da Educação (MEC), as instituições inovaram e, em tempo recorde, implantaram as aulas remotas, para fazer frente ao desafio da pandemia do novo coronavírus.

Até mesmo em cursos da área de Saúde, os alunos passaram a ter, com qualidade, o ensino virtual, demonstrando a ampla aplicabilidade de tal modalidade em todas as áreas de conhecimento.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Minha esposa, professora de educação musical, não tinha mais o que inventar para distrair nossa netinha de quatro anos. Aí, então, inventou mais um teatrinho: O Sol e a Lua. Elisa escolheu ser o Sol. Enquanto cada uma improvisava coreografia e texto, ensaio valendo como interpretação, fiquei pensando nesse fenômeno de todo dia, de toda noite. Todo dia, o Rei Sol nasce. E não apenas no domingo, ou no Dia do Sol, Sontag, Sunday… O Sol desaparece. Ou, pelo menos, sua claridade. Quando então cede espaço à rainha da noite. No entanto, até isso: “Lua, ó Lua, querem te passar pra trás”. E mais essa: “Querem te roubar a paz…”

Fez-se tarde e manhã. Primeiro dia da criação. Exista a luz. “Fiat lux.” E a luz existiu. A luz era boa. E foi separada das trevas. A luz foi chamada “dia”; as trevas, “noite”. O dia, para os egípcios, começava pelo ocaso. Segundo os persas, com o nascer do Sol. Para os atenienses, a partir da sexta hora do dia; segundo os romanos, à meia noite. Hora do galicínio, galicanto, a hora matutina em que os galos cantam. Antes que o galo cante três vezes, tu me negarás, disse Jesus a Pedro. E assim se deu. Existe algo melhor do que a luz? Então, seja luz! Vós sois a luz do mundo. “Licht, mehr Licht”, Luz, mais luz, são essas as últimas palavras atribuídas a Goethe. O mito da caverna de Platão só admitia claridade fora da caverna.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages
Membro da Academia Brasileira de Educação
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Durante a campanha presidencial, em 1992, na qual Bill Clinton se elegeria, seu assessor, James Carville, cunhou a célebre frase: “É a economia, estúpido!”. Entre os ditos mais populares aparece: “O mais importante é ter saúde!”. Frases retratam períodos e expressam de forma sintética períodos que vivenciamos.

Presenciamos uma falsa contradição entre salvar vidas ou socorrer economia e empregos. Menos mal que a ciência ajudou a decifrar e está claro a quase todos que a melhor estratégia é nos confinarmos ao máximo, excluindo os essenciais, e gradativamente aprendendo a lidarmos com um futuro e desejável retorno à nova normalidade.

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