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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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De um lado da medalha:

Falácia corresponde a sofisma. Sofisma, por sua vez, corresponde a engodo.

Quanto menos se entende do assunto mais se dá palpite e, pior ainda, de forma generalizada. Não raro a partir de um único caso, “ab uno”. Unigeneralização. Generalização, pois, a partir de amostra insignificante numericamente. O ser humano tem tendência a generalizações, fundadas ou não. Emoções, habilidades, atitudes e ideias vivenciadas em situações particulares facilmente são estendidas para um campo maior. Na mídia, nas redes sociais, nas fake news, nas conversas informais. Dá-se palpite a torto e a direito, à esquerda e à direita, embora assista a todas as pessoas a liberdade de expressão. Exemplo burlesco é o de um economista estrangeiro, ‘brazilianist’ dos mais renomados, que, viajando pelo Brasil, teria visto, na estação ferroviária de uma cidadezinha, um cachorro que perdera uma perna num acidente. “Estranho”, teria concluído o observador, “nesta cidade todos os cães têm apenas três patas”.

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Júlio César de Castro Ferreira
Psicoterapeuta, coach, psicanalista, psicopedagogo, especialista em Programação Neurolinguística com mais de 17 anos de atuação na área educacional
Fundador e diretor da Woke Mind
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Nos últimos anos, o tema “competências socioemocionais” tem sido bastante explorado, especialmente dentro do segmento educacional brasileiro, por estar inserido nas 10 novas competências gerais propostas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

O que são exatamente competências socioemocionais e porque ganharam tanta relevância?

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Recentemente, casos assombrosos de alunos desrespeitando professores em sala de aula chamaram atenção na mídia. A afronta e a violência dos atos deixou muitas pessoas indignadas. Apesar de os casos noticiados terem ocorrido em escolas públicas, e isso ser usado como argumento para condenação dos adolescentes, fato é que essas ocorrências também são registradas na rede particular. Pior: muitos pais culpam a própria escola por “não ter dado a educação necessária” ao adolescente. Como se esse fosse o papel do centro de ensino.

Uma coisa deve ficar muito clara: a escola informa, forma, educa, mas quem cria é a família. Assim sendo, deve vir de casa a boa educação, as boas maneiras. Noções como respeito e cordialidade não deveriam ter que ser ensinadas nos colégios, mas apenas reforçadas e incentivadas. Acontece que, em uma realidade com pais cada vez mais ausentes (seja por excesso de trabalho, seja por irresponsabilidade), essa parte da formação do caráter acaba relegada ao sistema de ensino, o que é um grande erro.

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