Arquivo da categoria ‘Educação a Distância’

Luciano Sathler*
Membro do Comitê de Educação Básica da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED)
Reitor do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix
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A crise do coronavírus não trouxe novidades em termos dos desafios à gestão de instituições educacionais, somente aguçou e acelerou tendências que já estavam em desenvolvimento há alguns anos.

Quando escrevo esse artigo, os números de contaminados e de mortos pelo coronavírus ainda não permitem vislumbrar a restauração da normalidade após meses de distanciamento social. Tudo faz crer que a situação socioeconômica vai se agravar mais nos meses subsequentes ao retorno das aulas presenciais, o que pede a adoção de medidas urgentes a partir de uma visão estratégica alinhada com as demandas do futuro que se materializaram no presente, aceleradas em 20 anos pelas mudanças ora experimentadas. Isso deve ser pensado e se transformar em planos de ação, para permitir superar as ondas de choque que se avolumam no horizonte.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Ao receber o ministro Milton Ribeiro para um bate-papo com a ABMES, comemorando os 38 anos da instituição, pudemos conhecer melhor as suas ideias para o Ministério da Educação.

Dizendo-se aberto ao diálogo, o ministro colocou-se como uma pessoa idealista, disposta a resgatar os valores da educação, principalmente na formação do caráter dos estudantes.

Ao responder a uma questão sobre o crescimento da EAD, manifestou-se favoravelmente, desde que seja com qualidade, lembrando a preocupação com as avaliações presenciais, segundo ele indispensáveis para a certificação.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages
Membro da Academia Brasileira de Educação
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De uma maneira ampla, o somatório dos interesses das partes não necessariamente representa um benefício ao todo, expresso aqui pela sociedade. Pelo contrário, o produto líquido de aspirações setoriais, quando não corretamente mediado entre todas as partes afetadas, pode, ocasionalmente, impactar negativamente no conjunto geral.

Ou seja, aquilo que é setorialmente defensável demanda passar por uma análise que transcenda os limites dos interesses localizados, por mais legítimos que eles sejam. Em outras palavras, saber conjugar as aspirações corporativas de categorias e setores com as possibilidades e necessidades maiores da sociedade como um todo é uma arte que, via a democracia, nos seus vários níveis, estamos sempre exercitando e aprendendo ao longo do caminho.

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