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Arquivo da categoria ‘Educação a Distância’

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Se antes, em um passado recente, fazer um curso superior era algo quase inacessível – seja pelos altos valores das faculdades particulares, seja pela dificuldade de conseguir uma vaga nas instituições públicas –, o cenário atual da Educação Superior é muito mais promissor e democrático. Parte desse progresso é reflexo da expansão da educação a distância (EAD), que vem crescendo a passos largos nos últimos anos.

Segundo pesquisa realizada em 2018 pela Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES), naquele ano, o número de matrículas no ensino a distância nas universidades particulares aumentou de 818 mil para quase 950 mil. Nesse ritmo, a entidade prevê que o EAD supere o ensino presencial em 2023. Razões para esse crescimento não faltam. Os cursos EAD são mais acessíveis à população em vários pontos: é possível estudar onde, como e quando puder, permitindo que o aluno adeque seu tempo de estudo à sua rotina diária; os custos são, em geral, mais baixos do que o ensino presencial; e os diplomas têm a mesma validade dos da modalidade tradicional.

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Gustavo Hoffmann
D
iretor do Grupo A Educação
Foi diretor de Inovação e Internacionalização do Grupo Anima Educação e diretor Acadêmico e de EAD do Grupo Alis Educacional e diretor acadêmico, diretor de Pós-graduação, diretor de EAD e diretor de Negócios da Kroton Educacional
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No último artigo que escrevi exclusivamente para a ABMES (leia aqui), explorei a importância da sinergia entre cursos na eficiência operacional de uma instituição de educação superior (IES). Nesta edição, abordarei os demais elementos que garantem esta eficiência, trazendo também alguns aspectos de inovação.

Além da sinergia entre as matrizes, se a IES permitir a modularização das entradas de alunos, os calouros ingressarão em turmas que já estejam em andamento, aumentando ainda mais a quantidade média de alunos por turma, reduzindo o custo da folha de pagamento docente e, consequentemente, o comprometimento da receita líquida pela folha de pagamento. Boa parte das instituições brasileiras já lançam mão desse recurso, mas ainda há algumas que não recebem alunos em alguns cursos no meio do ano pela inviabilidade econômica dessas turmas. Isso é coisa do passado. Hoje, é fundamental a construção de matrizes curriculares inteligentes que admitam esta entrada atemporal.

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Paulo CardimPaulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Presidente da Conaes
Blog da Reitoria, publicado em 27 de maio de 2019
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A vida universitária acolhe pessoas de diferentes origens e habilidades desenvolvidas em estudos de níveis diversos. Educadores, educandos, gestores e profissionais da área técnica e administrativa de apoio têm objetivos individuais ou corporativos singulares. Há, contudo, um objetivo institucional – ensino e aprendizagem – que exige disciplina, respeito pela diversidade, pluralismo de ideias e aplicação dos recursos públicos ou da livre iniciativa de forma eficiente e eficaz. Nem sempre, porém, esse objetivo é alcançado integralmente. As instituições de educação superior (IES) cuidam de pessoas e formam cidadãos e profissionais, seu produto final. Não são peças. São seres humanos. Nesse “pequeno” detalhe reside a complexidade da educação, em qualquer nível ou grau.

Com o protagonismo da Internet, as inovações tecnológicas vertiginosas em informação e comunicação e o surgimento de novas tecnologias diruptivas, como o 5K, a vida universitária, obrigatoriamente, terá que inovar na forma de ensinar, com reflexos inauditos no processo de aprendizagem. É o que previam, em 2012, Clayton M. Christensen e Henry J. Eyring, em A universidade inovadora: mudando o DNA do ensino superior de fora para dentro (Porto Alegre: Bookman, 2014, p. XXIII): “No futuro o ensino poderá vir a sofrer uma desestabilização ou dirupção à medida que vierem a existir significativas melhorias nas tecnologias online e uma alteração no foco competitivo, que deve passar das credenciais do professor ou do prestígio da instituição para aquilo que os estudantes conseguem de fato aprender”. (grifos no original)

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