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Arquivo da categoria ‘Educação a Distância’

Karen Sawa
Analista da Área de Estudo de Mercado
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O Ensino Superior a Distância Privado cresceu significativamente nos últimos anos, onde apresentou um crescimento anual em matrículas de 23,6% (2006-2016), comparado com o desempenho de 3,1% na modalidade presencial, privada, no mesmo período.

Como consequência da mudança e flexibilização do marco regulatório da EaD (Portaria Normativa nº. 11, de 20 de junho de 2017), ocorreu a entrada de novos players no mercado, bem como o aumento do número de polos e cursos. A alta competitividade fez com que muitas IES adotassem promoções para captação de alunos como estratégia. O valor médio das mensalidades dos cursos EaD teve queda de 6% de 2017 para 2018, sendo o valor de referência corrigido pelo IPCA de R$ 270,89¹.

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Janguiê Diniz*
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Os recentes debates envolvendo a aplicação da tecnologia na educação para que a modalidade a distância seja incentivada nos ensinos médio e superior têm motivado uma espécie de demonização de toda a proposta e até do tema – como se fosse proibido o Brasil revisar sua legislação, antevendo o avanço das possibilidades de educar nossos jovens e os condenando a viver no passado. Um exercício interessante é pedir para as pessoas responderem de supetão há quantos anos Steve Jobs apresentou em São Francisco, nos Estados Unidos, o primeiro modelo de smartphone e revolucionou nossa sociedade. A resposta é surpreendente: apenas 11 anos.

Precisamos compreender a velocidade com que se desenvolve a era digital e buscar formas para que ela contribua com a redução de mazelas da educação brasileira. O que não podemos é ignorá-la, como se o mundo não estivesse em transformação. Mas isso só será possível se nossas leis estiverem atualizadas e, importante, permitam que a tecnologia seja aplicada, sem jamais obrigar seu uso. Até porque é notório que nem todo aluno ou escola estão aptos a mudanças de forma homogênea.

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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Os dados oficiais do ensino superior brasileiro mostram que as matrículas na modalidade presencial entre os anos de 2012 a 2016 avançaram 10%, enquanto na educação a distância o crescimento foi de 34%. Quanto ao número de concluintes, no ensino presencial a variação positiva nesse período foi de 7% e na modalidade a distância de 32%. Os dados mais impressionantes referem-se aos números de ingressantes. Frente ao substantivo crescimento de 44% em educação a distância (aproximadamente 542 mil ingressantes em 2012 contra 781 mil em 2016), houve uma redução de mais de 18% (2.204 mil ingressantes em 2012 para 1.858 mil em 2016) no ensino presencial.

No início desta década, qualquer alerta acerca do incrível potencial de crescimento da modalidade a distância seria objeto de alguns olhares de desconfiança. Da mesma forma, para a maioria, ainda não era clara a forte tendência para a dominância do e-learning (baseado na internet), em contraposição ao chamado semipresencial. Idêntico ceticismo valeria para a previsão de que o dispositivo dominante de aprendizagem online viria a ser o celular, como é hoje, e não os computadores, notebooks e tabletes.

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