Arquivo da categoria ‘Financiamento Estudantil’

Luciano Sathler
Membro do Comitê de Qualidade da Associação Brasileira de Educação a Distância e Reitor do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix
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Ao que tudo indica, o ano de 2020 será marcado por grandes emoções para quem atua na gestão de instituições de educação superior (IES).

O marco regulatório tem mudado bastante e promete ainda mais flexibilidade, no sentido da autorregulação.

As fontes públicas de financiamento escasseiam – tanto nas verbas para IES municipais, estaduais e federais quanto em programas como o Fies.

O ticket médio praticado pelas IES privadas e comunitárias está fortemente pressionado para baixo, diante de uma concorrência de inédito dinamismo no ensino presencial e na Educação a Distância (EAD).

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Especialistas e internautas do Brasil e de todo o mundo ainda não chegaram a um consenso se o ano de 2020 é o começo ou o fim de uma nova década. Fato é que o ano já começou e com ele renovamos nossas expectativas por um ciclo mais promissor para o país, sobretudo para o setor particular de educação superior, que vislumbra uma série de desafios e demandas pela frente.

Um dos principais pontos de atenção, e também o mais iminente, diz respeito ao aprimoramento da regulação do mercado de educação superior brasileiro. O tema tem crescido e ganhado cada vez mais espaço na agenda do governo, inclusive com perspectiva de implementação de modelos de autorregulação, a exemplo do que ocorre em outros países, onde o próprio setor de educação, juntamente com os órgãos governamentais competentes, é responsável pela supervisão e fiscalização do setor.

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Kellen Emídio da Silva
Advogada
Auditoria Interna da União Brasileira de Educação Católica – UBEC
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As ações assistenciais das entidades beneficentes estão presentes no país desde 1549, quando os jesuítas adentraram no país com o objetivo de catequizar os nativos. Em 1552 foi fundada a primeira escola do país, também pelos padres jesuítas: o Colégio dos Meninos de Jesus na Ilha de São Vicente, litoral paulista. Até mesmo a difusão da cultura brasileira tem participação de organizações sociais, haja vista que a primeira gramática contendo os fundamentos da língua tupi foi redigida pelo padre José de Anchieta. Trata-se da obra “Arte de gramática da língua” mais usada na costa do Brasil, impressa em Coimbra, Portugal, em 1595.

Embora as obras assistenciais existam desde a concepção da Igreja em função da sua prerrogativa de promover o desenvolvimento da responsabilidade social, o conceito de Terceiro Setor só foi criado na segunda metade do século XX, nos Estados Unidos, um país essencialmente protestantista. O país estabeleceu uma revolução no que tange ao dever caridoso de ajudar o próximo: aliou a iniciativa individual, sua principal característica, à capacidade de associação em prol de objetivos comuns.[1] No Brasil, a partir de 1960, as comunidades de base, em comunhão com o trabalho pastoral desenvolvido pelas Igrejas, difundiram uma ideia inovadora no país: a articulação da sociedade, em prol de seus interesses, sem a interferência de partidos políticos. Assim surgiram as organizações privadas de interesse público.

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