Arquivo da categoria ‘Financiamento Estudantil’

wanda_camargoWanda Camargo
Educadora e assessora da presidência do Complexo de Ensino Superior do Brasil – UniBrasil
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O IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, fundação pública brasileira que realiza censos e organiza as informações coletadas, suprindo órgãos não apenas federais, mas também estaduais, municipais, instituições privadas e público em geral, em sua mais recente divulgação demonstra que o número de municípios com instituições de ensino superior dobrou em pouco menos de quinze anos no país, e que tal crescimento se deve, na sua esmagadora maioria, à instalação de escolas privadas, responsáveis pela quase totalidade da passagem de 32,9% em 2004 para 58,5% em 2014 do número de estudantes entre 18 e 24 anos realizando curso superior, segundo dados contidos na Síntese de Indicadores Sociais.

Tal crescimento, fortemente impulsionado pelo ProUni (Programa Universidade para Todos) e FIES (Fundo de Financiamento Estudantil), ambos mantidos pelo governo federal, terá este novo ano uma série de desafios, pois ambos enfrentaram dificuldades em 2015, tendo sido descontinuados por alguns períodos, ou reduzidos significativamente.

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mozartMozart Neves Ramos*
Diretor do Instituto Ayrton Senna
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O sucesso do Plano Nacional de Educação (PNE) passa necessariamente pela implementação do regime de colaboração, realizada pelas três esferas administrativas de governo em parceria com a sociedade civil organizada. O exemplo mais recente tem sido a construção de uma Base Nacional Comum (BNC), na perspectiva de estruturar um currículo para a educação básica capaz de responder aos desafios impostos pelo século 21. Estamos vivendo um momento muito difícil em função da grave crise política e econômica por que passa o Brasil. Os efeitos negativos se fazem sentir em todas as áreas responsáveis pelo seu desenvolvimento. O pior é que, segundo especialistas, a crise ainda não alcançou o ápice, e tudo leva a crer que 2016 será ano mais difícil do que 2015.

Numa área de forte capilaridade social, como a educação, seus efeitos são mais sentidos do que em outras, e os resultados de médio e longo prazo podem ser irreversíveis. Uma das consequências do cenário de fortes cortes orçamentários e baixa arrecadação pode ser o não cumprimento das metas do PNE, o que seria um desastre social para o país, pois grande parte delas dialoga ainda com os desafios educacionais não superados do século 20, como o analfabetismo de crianças e jovens. Estamos, assim, diante de cenário que pode impactar a vida futura da atual geração de brasileiros, que será tão necessária para enfrentar, por exemplo, a perda do bônus demográfico e o aumento acelerado do custo da previdência social. O que fazer? Esperar o epicentro da crise e comprometer o futuro do próprio país, ou cortar o s da crise? — “crie”, como diz o publicitário Nizan Guanaes.

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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá
Diretor Executivo de Educação a Distância da Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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Inovar foi a grande marca do século XX. Ao longo da história, o significado de inovação nem sempre foi o mesmo. Certamente os tempos atuais e o contexto específico do Brasil demandam refinamentos e especificidades de seu significado.

No século passado, do conhecimento científico se fez a tecnologia, a qual chegou abundante ao mercado na forma de inovações. Estas, por sua vez, resolveram problemas e ganharam escalas compatíveis com um planeta cada vez mais globalizado. A mais comum e aceita definição clássica deste tipo de inovação foi cunhada por Joseph Schumpter como sendo qualquer novo produto ou processo, bem como uma nova funcionalidade de um produto já existente, que atendessem demandas.

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