Arquivo da categoria ‘Financiamento Estudantil’

Sólon Hormidas Caldas
Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
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O corte de recursos e as reestruturações feitas pelo governo federal no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), associadas à escassez de empregos e ao aprofundamento da crise econômica que assola o país desde 2014, impactaram diretamente nas políticas públicas de financiamento do ensino superior no Brasil. O resultado desta combinação foi a menor taxa de contratação do Fies desde 2010, quando o programa adotou o modelo atual.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), apesar da promessa de incluir 310 mil novos alunos em 2018, apenas 81 mil contratos foram efetivados, ou seja, pouco mais de 26% da meta. Nem as 100 mil vagas na modalidade governamental, com juro zero, foram preenchidas devido ao alto grau de exigências das atuais regras.

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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O Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece diretrizes, metas e estratégias para os próximos dez anos da educação brasileira. Sendo lei (Lei no 13.005, de 25 de junho de 2014), cabe ao Governo e à sociedade respeitá-la e envidar todos os esforços para transformá-la em realidade.

No entanto, a quase totalidade dos estudiosos reconhece que algumas de suas metas, infelizmente, não serão cumpridas. O foco deste texto é, especificamente, a Meta 12, a qual se refere a elevar a taxa bruta de matrículas na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33%, tendo como referência a população de 18 a 24 anos, assegurado que, pelo menos, 40% das novas matrículas sejam no segmento público.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Na faculdade de economia, uma das primeiras lições que se aprende é que ‘não existe almoço de graça’”. (Francisco Wirton)

 De vez em quando surge outra onda querendo tocar no assunto da “universidade pública com mensalidades” que não consegue encontrar consenso porque os de cá e os de lá sempre caminham para o confronto e com isso não se chega a lugar algum.

O certo é que, radicalismos à parte, de origem nas públicas, o argumento é sempre com base no texto da Constituição. Não se enxerga, no entanto, que os tempos mudaram completamente e que as universidades públicas não souberam se conduzir, sob diversos ângulos, com boa gestão/administração e vive constantemente sob crises econômicas, e, assim, a arrecadação de impostos, combustível delas, pode se esgotar facilmente. E não como imaginamos, com destinações financeiras a atribuir-se ao ensino, à pesquisa ou à extensão, mas com a folha de pagamento que em breve pode ultrapassar limites extraordinários, administráveis.

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