Arquivo da categoria ‘Geral’

Prof. Domingo Hernández Peña
Escritor, professor de Turismo, Honoris Causa pela Anhembi Morumbi, e consultor de Comunicação
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O Brasil, enorme, belíssimo, atrativo, diverso, democrático e “emergente”, é o país, do mundo todo, onde mais se ensina e mais se aprende Turismo. O fato surpreendente poderia ter muito sentido. Pois, nos anos 60/70 do século passado, já era popular aquela certeza confessada por milhões de brasileiros: “Acredite, este país vai ser uma potência turística”. Não é por acaso que nesta terra abençoada existem mais instituições turísticas, ou supostamente turísticas, que no resto da América Latina. Nem é casualidade que aqui tenhamos uma legislação turística que, pela sua extensão, e pela sua falta de claridade e objetividade, pode parecer um código misterioso para confundir ao inimigo…

Porém, o problema está em que aqui, agora mesmo, no ano da graça de 2012, não cresce (continua sem crescer) o turismo internacional. O setor hoteleiro, inteirinho, está sendo controlado desde fora. Aqueles que estudam Turismo, praticamente nunca chegam a ser empresários. As agências chamadas de turismo continuam sendo, na prática, na sua imensa maioria, puras agências de viagens. Ainda não existe, não, parece mentira, um Calendário Geral de Eventos. Nem há uma empresa de eventos que trabalhe com iniciativa própria e calendário próprio, todos os dias e em toda parte. As energias do País estão sendo hipotecadas, sem calcular bem o risco e o resultado, no gigantesco esforço demandado pela venda de dois grandes eventos esportivos que já estão vendidos, e que pouco tem a ver com a viabilidade e a continuidade do Turismo Nacional…

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Andrea Duarte
Económico/Portugal, publicado em 20 de novembro de 2011
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A crise obrigará as universidades a encontrar estratégias inovadoras de mobilização de recursos, a diversificar as suas fontes de financiamento, e a promover abordagens mais eficientes de utilização de recursos”, afirma Geraldo Martins, especialista sénior em educação do Banco Mundial. “Trata-se de encontrar as melhores opções para maximizar os recursos disponíveis, isto é, alcançar melhores resultados com os mesmos recursos. Isso exigirá muita criatividade”, conclui.

Para Banghy Cassy , reitor da Universidade Zambeze, de Moçambique “a crise financeira mundial, que caracteriza o início do século XXI, tem estado a afectar grandemente os sistemas de ensino e em particular o ensino superior, o que impõe grandes desafios para a sua gestão”.

Essa é uma das razões que levou administradores, reitores, directores de faculdades e académicos que pensam a gestão das instituições do ensino superior a reunir-se em rede. Uma dessas redes está agora em plena construção: a do Fórum da Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões de Língua Portuguesa.

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Içami Tiba
Uol Educação, publicado em 27 de dezembro de 2011
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Não há limites para o ser humano a não serem aqueles que ele os coloque para si mesmo. Nem todos os limites são conscientes. Muitos até pensam ou acham que vão conseguir superar, mas não têm empenho, disciplina, conhecimentos suficientes, foco, visão, assertividade, constância, comprometimento, eficácia – e acabam não conseguindo. Depois, argumentam-se para si mesmos dizendo que fizeram tudo o que podiam e deviam. Melhor seria impossível fazer.

Está claro que algumas profissões exigem mais algumas especificidades que são essenciais que para outras não seriam.

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