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Arquivo da categoria ‘Geral’

Édson Franco
Advogado, jornalista e professor universitário – Diretor da Faculdade de Estudos Avançado do Pará
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Sempre atentei contra os vestibulares. Nunca fui favorável a eles, mas os encarava como um mal necessário em vista da grande demanda por alguns cursos e a exígua disponibilidade de vagas oferecidas.

Vi durante os meus tempos as mais diversas maneiras de encarar os vestibulares. Nos anos de 1960 eles eram aprovativos e conforme a métrica utilizada algumas vezes sobravam vagas. Criou-se a idéia dos “excedentes” quando mesmo aprovados nas provas ultrapassavam o limite de vagas e ficavam de fora. Lembro-me que, nessa época, o ministro de plantão reservou seus primeiros dias de ministério para se dedicar aos tais excedentes. Claro que não conseguiu solução imediata como pensava.

Os vestibulares, ao depois, se transformaram em classificatórios. Pela norma acabaram-se os excedentes, pois não havia mais a figura dos “aprovados”, mas agora a figura dos “classificados”. Foi tamanho o cuidado adotado que as instituições educacionais tinham de nomear os classificados pela ordem alfabética, evitando a pontuação. Passaram a ser reprovados os que “colassem” nas provas e os que obtivessem um simples zero.

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Wanda Camargo
Presidente da Comissão do Processo Seletivo
Faculdades Integradas do Brasil – UniBrasil
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A época de ingresso no ensino superior é de grande desgaste para os estudantes e suas famílias. Eliminar o concurso vestibular, que em uma única prova realizada num único dia (ou distribuída em dois ou três dias seguidos, o que faz pouca diferença) pretende avaliar conhecimentos e selecionar alguns candidatos em detrimento de outros, sempre foi o sonho de todos os professores e vestibulandos.

Por isso, neste momento instituições de ensino superior de todo o país repensam seus métodos de seleção e planejam implantar outras modalidades de processo seletivo, e uma delas é o Processo Seletivo Seriado.

Neste processo, a seleção para ingresso é feita através da média obtida pelo aluno, examinado ao final de cada ano letivo do ensino médio. Com o resultado das três provas é calculada a média, e os melhores colocados terão garantido o ingresso na Universidade. O conteúdo cobrado em cada uma das provas é referente apenas ao programa do ano em curso, ou seja, ao concluir cada série do ensino médio é realizada uma prova apenas com os assuntos vistos nesta etapa. A idéia é que o processo seletivo seriado privilegia os estudantes que se dedicam aos estudos durante todo o período escolar.

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 Simon Schwartzman
Simon’s Site, publicado em 10 de outubro de 2011
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A pedido da Folha de São Paulo, escrevi uma nota sobre a expansão recente das universidades federais. (Veja artigo anterior)

Eu certamente não defendi que o docente não seja concursado, mas que não seja funcionário público, que é muito diferente. O que provocou o pedido da Folha foi o levantamento felito pelo jornal de que , “de janeiro a agosto, 4.204 professores e outros 6.669 funcionários ingressaram nos quadros das instituições de ensino superior mantidas pela União. As universidades já puxavam o crescimento do funcionalismo no governo passado, mas as proporções nunca foram tão altas como agora. Até o lançamento do programa de expansão do ensino superior, batizado de Reuni, professores e técnicos respondiam por um quarto das contratações do Executivo em 2007. No ano passado, pela metade. O programa se tornou uma das principais bandeiras da propaganda política petista. Lula se gabava de ter sido o presidente que mais criou universidades na história, embora, das 14 mencionadas, nove sejam resultado de mera fusão, desmembramento ou ampliação de instituições preexistentes”.

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