Arquivo da categoria ‘Geral’

Cora Rónai
Jornalista, escritora e colunista do jornal O Globo
Artigo publicado originalmente em: http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/cultura/midia-ninja-9406383
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O papo na rede social foi a Mídia Ninja, que deu entrevista ao Roda viva representada por Bruno Torturra e Pablo Capilé. Infelizmente, acho que foi desperdiçada uma boa oportunidade de troca de ideias, menos pelos ninjas, diga-se, do que pelos entrevistadores, que insistiam compreensivelmente, até em entender de onde vem o dinheiro que financia os ninjas e qual o seu modelo de negócios.

Não diminuo a importância desse, digamos, detalhe eu mesma fiquei bastante desapontada quando soube que, por trás do que eu imaginava ser um movimento espontâneo, estavam, pelo menos em parte, grana e estímulo do governo. Não porque seja condenável receber dinheiro público, mas porque não confio em quem se diz independente e autossustentável enquanto, por trás, recebe uma quantia não especificada de recursos que, por serem nossos, deveriam ser bem explicados. As informações que Capilé deu sobre isso, aliás, foram absurdas: o Fora do Eixo, sistema que é a nave-mãe da Mídia Ninja, não trabalha com reais, mas com estalecas, patacas ou algo do gênero. Então tá.
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Janguiê DinizJanguiê Diniz
Mestre Doutor em Direito Fundador e Acionista
Majoritário do Grupo Ser Educacional
janguie@sereducacional.com
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Uma nova contagem do IBGE revelou que o Brasil ultrapassou 201 milhões de pessoas. E seremos muito mais até 2042, quando a expectativa é que o país tenha 228 milhões de habitantes. Muito mais que os 90 milhões em ação, consagrados nos anos 70, dizia a velha música “Pra frente Brasil”, composta por Miguel Gustavo.

Algumas características não são mais novidades: a maioria dos brasileiros são mulheres. Em contrapartida, percebeu-se que a população sofreu um envelhecimento, resultado do aumento da expectativa de vida e queda da natalidade, já que as brasileiras estão tendo menos filhos e sendo mães cada vez mais tarde.

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Prof. Antônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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A questão, no caso, não é ser ou não ser. É ter ou não ter. Ter ou não ter namorado, ter ou não ter namorada. E é, sem dúvida, em linguagem machadiana, “um achado, um acerto feliz, como a sorte grande”. Fruto de intuição e, em Minas, intuição provida de pão de queijo, goiabada com queijo e, como para tudo nesta vida, fruto também de muita fé e de filosofia. Sim, de filosofia, de estilo de vida. Por que não? Afinal, há de ser uma decisão para a vida toda, desafio constante, cumplicidade, ajuda mútua, sintonia, outro eu. Stefan Sweig escreveu: “Eis aqui um você no qual se reflete o meu eu; eis onde se elimina toda distância”.

Tudo isso, apesar de eventuais mal-entendidos. Ou daquilo que consideramos mal-entendidos. É que ninguém é perfeito. Aliás, “a perfeição é o sinal do começo da decadência e da morte”, o diz, com graça, o Graça Aranha, sob o sugestivo título A Estética da Vida. Além disso, briga de amantes amados leva à renovação do amor, como já dizia o poeta latino Terêncio, no século II antes de Cristo: “amantium ira redintegratio amoris est”. Em linguagem proverbial: brigas de namorados, amores renovados.

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