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Arquivo da categoria ‘Geral’

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Gustavo Iospchpe
Revista Veja, publicado em 10 de outubro de 2011
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Há uns dois meses, quis descobrir o total de funcionários do setor da educação no Brasil. O número de professores é bem conhecido dos pesquisadores, pois está na casa dos 2 milhões há alguns anos, mas não sabia quantos seriam os funcionários do setor que não são docentes.
 
Tenho um verdadeiro arsenal de dados estatísticos sobre a educação brasileira e internacional. Procurei em todos, inclusive em algumas sinopses estatísticas da educação básica, que são arquivos com mais de 200 planilhas, que informam até quantas turmas do ensino fundamental com menos de 4 horas/aula por dia há no Acre. Mas o número de funcionários não aparece em nem um único documento. Não está disponível para consulta em lugar algum. Fiz então uma consulta direta ao Inep, órgão do MEC responsável por avaliações e estatísticas. A resposta solícita veio no mesmo dia: incluindo professores, são mais de 5 milhões de funcionários na área da educação no Brasil, pouco mais de 4 milhões deles na rede pública.
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Édson Franco
Advogado, jornalista e professor universitário – Diretor da Faculdade de Estudos Avançado do Pará
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As agências internacionais de avaliação têm posto em cheque a vitalidade econômica de muitas nações desenvolvidas. Agora mesmo foi a vez da Itália. Nem se fale da Grécia ou de Portugal, nações na corda bamba dos débitos internacionais.

Ian Bremmer, cientista político e CEO da Eurásia Group, analisa a situação atual e acena para a tentação das nações emergentes de promoverem intervenção excessiva dos governos na economia dessas nações, atentando contra a competição sempre necessária. O intervencionismo estatal é algo que cheira ao ideologismo de alguns governantes.

No Brasil, o intervencionismo governamental na área da educação é algo que torpedeia as melhores intenções dos nossos educadores. Esse intervencionismo se faz presente por uma excessiva regulação que alcança diretamente as instituições de ensino superior particular.

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Por Prof. Dr. Adriano Rogério Goedert,
Pró-Reitor Acadêmico do Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA)
e Profª. Drª. Ely Mitie Matsuda,
do Centro Universitário de Maringá (CESUMAR)
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Buscando um posicionamento no mercado, as Instituições de Ensino Superior não medem esforços na captação de alunos para graduação e pós-graduação. O preço praticado é uma das ações mais comuns realizadas pelas IES. No entanto, sabe-se que somente isto não é o suficiente para fidelizar e manter o aluno na Instituição de Ensino. É necessário estabelecer uma política e culturalizar a percepção de valor x à formação profissional que a Instituição poderá oferecer ao aluno, de forma a garantir sua empregabilidade.

A preservação do núcleo constituído pelos discentes, docentes, técnicos administrativos é um fator critico de sucesso. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, da Ciência e da Tecnologia, Oscar Hipólito, afirma que somente 47,2% dos estudantes se titularam após 04 anos de estudos, baseado nos dados do último censo de 2009.

O desafio maior está na sensibilização dos atores envolvidos, responsáveis pelo processo de ensino x aprendizagem. Diante da premissa, como sensibilizar?

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