Arquivo da categoria ‘Geral’

Valmor Bolan
Doutor em Sociologia e Presidente da Conap/Mec (Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do ProUni)
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O dia 7 de setembro deveria ser melhor comemorado, e o significado simbólico desta data nos leva a pensar sempre da necessidade que temos de trabalhar e lutar pela real independência do Brasil, e hoje isso quer dizer seu verdadeiro desenvolvimento. Todas as iniciativas dos governos (municipais, estaduais e federal) que rumam nesse sentido valorizam o propósito original do 7 de setembro. O grito do Ipiranga não foi apenas um ato de retórica, mas expressão de um povo que desejava a soberania nacional, e otimizar seus recursos e talentos para o progresso do País, sem entraves que inibissem tal desenvolvimento. Por isso que deveríamos aproveitar a data da proclamação da Independência do Brasil para refletir, ampliar a discussão e propor ações que visassem garantir o efetivo desenvolvimento, para não ficarmos somente com desfiles e marchas.   Leia mais »

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Antônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Consta do manifesto assinado por Oswald de Andrade, em 1928: “Antes dos portugueses descobrirem o Brasil, o Brasil tinha descoberto a felicidade”. Será que é porque todo dia era dia de índio? Hoje, o seu canto triste é o lamento de uma raça que já foi muito feliz, pois antigamente todo dia era dia de índio. Triste canção: Terêrê, oh yeah! Terêrê, oh yeah! Terêreê, oh! Curimim, Cunhatã, Cunhatã, Curumim.

Nunca antes neste país houve tanta violência explícita e implícita, a mão armada e a mão desalmada, corrupção deslavada, tributação tão escorchante (acima do quinto, motivo da insurreição dos inconfidentes), tudo isso capaz de deixar para trás a história de tribos indígenas que guerreavam entre si. Já não se ouve mais O Canto do Guerreiro, de Gonçalves Dias. Quem, com a convicção de um conde Afonso Celso, escreveria hoje “Porque me ufano do meu País”?

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Antônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Deu ibope, não deu ibope. A maior autoridade do mundo de hoje se chama Mercado. No Brasil, seu principal coadjuvante tem seu nome marcado por uma sigla: Ibope. Seus ministros se chamam marqueteiros. Tudo passa pelo crivo do ibope, não no sentido propriamente de Instituto Brasileiro de Opinião Pública, mas de referência mercadológica, muitas vezes independentemente de qualidade ou de referência ética.

Novela, se não tem audiência, está sem ibope. Assim, por metonímia, numa figura de linguagem usamos o índice calculado pelo Ibope, intimamente relacionado com o grau de penetração da mensagem, como designativo de prestígio, notadamente prestígio popular. Emissoras de televisão chegam a se manifestar ostensivamente a partir do seu índice de audiência.

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