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Arquivo da categoria ‘Gestão Educacional’

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Embora os desafios não tenham precedentes, e as discordâncias sejam intensas, o gênero humano pode-se mostrar â altura do momento se mantivermos nossos temores sob controle e formos um pouco mais humildes quanto a nossas opiniões”. (Yoval Noah Harari)

 No dia 30 de outubro o Estadão realizou o Summit BrasilO que é o poder? O evento inspirado na série de artigos e debates intitulados The Big Ideas, do jornal The New York Times. Lá estavam representantes do poder tradicional, um ministro de estado, dois ministros do STF, dois governadores, além de jornalistas, artistas, profissionais da tecnologia e da televisão, que falaram das modalidades de poder – o poder da sociedade civil; da iniciativa privada; das redes sociais; da tecnologia e do cidadão comum.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Acabamos de regressar da China, onde lideramos uma delegação de reitores em busca de novos conhecimentos e parcerias educacionais. Por onde passamos, ouvimos a frase: “a inteligência artificial é o futuro”. Me arrisco a dizer que não, não é o futuro: já é o presente.

Digo isso porque visitamos empresas do “Vale do Silício” chinês, e, em uma delas, pudemos experimentar um pouco da sala de aula do futuro. Lá, com câmeras espalhadas pelo ambiente educacional, os computadores reconhecem as expressões faciais dos alunos e indicam, ao professor, aqueles que estão prestando mais atenção e aqueles que precisam de melhor acompanhamento para manterem a motivação. Big Brother educacional? Bem, estamos caminhando para isso…

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Kellen Emídio da Silva
Advogada
Auditoria Interna da União Brasileira de Educação Católica – UBEC
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As ações assistenciais das entidades beneficentes estão presentes no país desde 1549, quando os jesuítas adentraram no país com o objetivo de catequizar os nativos. Em 1552 foi fundada a primeira escola do país, também pelos padres jesuítas: o Colégio dos Meninos de Jesus na Ilha de São Vicente, litoral paulista. Até mesmo a difusão da cultura brasileira tem participação de organizações sociais, haja vista que a primeira gramática contendo os fundamentos da língua tupi foi redigida pelo padre José de Anchieta. Trata-se da obra “Arte de gramática da língua” mais usada na costa do Brasil, impressa em Coimbra, Portugal, em 1595.

Embora as obras assistenciais existam desde a concepção da Igreja em função da sua prerrogativa de promover o desenvolvimento da responsabilidade social, o conceito de Terceiro Setor só foi criado na segunda metade do século XX, nos Estados Unidos, um país essencialmente protestantista. O país estabeleceu uma revolução no que tange ao dever caridoso de ajudar o próximo: aliou a iniciativa individual, sua principal característica, à capacidade de associação em prol de objetivos comuns.[1] No Brasil, a partir de 1960, as comunidades de base, em comunhão com o trabalho pastoral desenvolvido pelas Igrejas, difundiram uma ideia inovadora no país: a articulação da sociedade, em prol de seus interesses, sem a interferência de partidos políticos. Assim surgiram as organizações privadas de interesse público.

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