Arquivo da categoria ‘Gestão Educacional’

Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Um homem desejoso de trabalhar e que não consegue encontrar trabalho, talvez seja o espetáculo mais triste que a desigualdade ostenta ao cimo da terra.” (Thomas Carlyle)

Professor universitário, meio desacorçoado com a situação em que está vivendo, desabafa num e-mail, contando um filme[1] baseado em fato real do menino que vivia dentro de uma bolha de plástico, por ter uma síndrome imunológica grave. Escreve meio apavorado: “O filme tem mais de 44 anos e não me sai da cabeça: tanto como professor quanto cidadão tenho a sensação de que cada um de nós terá que viver envolto em uma bolha ou vestido com um traje de astronauta, pois o mundo está cada vez mais exposto a vírus mutantes e desconhecidos. Com certeza afirmo que meus três filhos não voltarão a frequentar a escola enquanto a vacina ou o tratamento cientificamente validado sejam criados. Eu e minha esposa, professores universitários, não voltaremos a frequentar salas de aula pelo mesmo motivo. Não há garantias científicas, e o risco de vida é muito maior do que o benefício econômico ou acadêmico”.

Devem haver milhares de pais que pensam do mesmo jeito e, em mais de 50 países, por razões diversas, há o mesmo discernimento.

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Vera Cabral
Diretora de Educação da Microsoft Brasil
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Os professores estão na linha de frente da repentina transição para a aprendizagem remota. Em questão de semanas, educadores tiveram que rapidamente adaptar suas aulas, originalmente preparadas para engajar os alunos presencialmente, para formatos online.

Uma observação relevante e frequente que temos ouvido dos educadores é que, para serem capazes de migrar para modelos de aprendizagem remota rapidamente, eles precisam estar conectados com comunidades de práticas, de forma a poderem aprender uns com os outros, compartilhando experiências.

A partir disso, e baseados no feedback que temos colhido de nossas comunidades de educadores ao redor do mundo, nós, na Microsoft, identificamos cinco maneiras pelas quais o Microsoft Teams pode  de ajudá-lo a fazer o máximo neste período, bem como aprimorar suas aulas presencias na situação pós pandemia. Leia mais »

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Jacir J. Venturi
Foi professor e diretor de escolas públicas e privadas, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Paraná (Sinepe/PR)
Membro do CEE/PR como representante das escolas privadas do Paraná
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Satisfeitas as necessidades humanas básicas segundo a hierarquia da Pirâmide de Maslow – respiração, alimento, sono, excreção, sexo –, na sequência advêm outras, como segurança, saúde e educação. A saúde é um bem essencial, de tal sorte que Napoleão Hill afirma que “se você tem saúde, jamais diga que a vida não lhe deu uma oportunidade”. A educação, por sua vez, não só propicia estratégias e oportunidades para a ascensão social, mas também nos coloca em trilhos civilizatórios.

Ademais, há hoje muita insegurança quanto ao mundo pós-coronavírus, com recessão econômica e possíveis conturbações sociais. O cenário mundial que atualmente vivenciamos é singular, sendo a pandemia não apenas sanitária, mas também socioeconômica, com impactos deletérios que evidentemente atingirão as escolas. Especificamente neste segmento, este vírus paralisou até o momento as aulas presenciais em 188 países, afetando 1,5 bilhão de estudantes, o que corresponde a 89,5% do total de alunos no mundo, conforme dados da Unesco, órgão da ONU responsável por esse monitoramento.

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