Arquivo da categoria ‘Gestão Educacional’

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Somos um dos países mais desiguais do mundo, com gigantesco abismo entre ricos e pobres, e esses níveis extremos de desigualdades são incompatíveis com uma sociedade democrática.” (OXFAM Brasil)

Há algumas semanas, em artigo publicado no blog da ABMES (Como estão os cursos de pós-graduação nos EUA), comentei sobre meritocracia no processo seletivo e um leitor manifestou-se sobre qual meritocracia eu me referia, se a dos pobres ou a dos ricos.

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Ronaldo Mota
Consultor Educacional
Membro da Academia Brasileira de Educação e Diretor Científico da Digital Pages
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Neste mês, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou interessantes análises acerca das contribuições relativas de cada país para a economia global. A partir do Produto Interno Bruto (PIB), somatório de bens e serviços produzidos por cada nação, ajustado pela paridade do poder de compra, podemos obter indicadores acerca da respectiva qualidade de vida de seus habitantes.  

Um dos destaques negativos deste recente estudo é o Brasil. Pelo sétimo ano consecutivo, nossa participação percentual segue trajetória de queda, atingindo em 2018 somente 2,5%, a menor participação relativa, em quase quatro décadas, no PIB mundial. Para dimensionarmos o tamanho da queda, em 1980 o Brasil respondia por 4,4% da economia do planeta. De 1950 a 1980, a economia brasileira avançou, em média, 4,5% ao ano; por sua vez, entre 1980 e 2018, o crescimento anual médio foi de 0,9%.

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Gustavo Hoffmann
D
iretor do Grupo A Educação
Foi diretor de Inovação e Internacionalização do Grupo Anima Educação e diretor Acadêmico e de EAD do Grupo Alis Educacional e diretor acadêmico, diretor de Pós-graduação, diretor de EAD e diretor de Negócios da Kroton Educacional
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O dia 28 de abril é considerado o Dia Internacional da Educação. É importante comemorarmos esta data, mas não podemos deixar de ter um olhar crítico sobre o tema, aproveitando a ocasião para promover uma reflexão sobre o passado e o futuro da educação. Sem dúvida, tivemos importantes avanços tecnológicos e metodológicos nas últimas décadas, mas nosso modelo educacional tradicional está falido. E ele ainda predomina, tanto na educação básica quanto no ensino superior.

Hoje, nós trabalhamos com um modelo predominantemente Just in Case. Ou seja, tratamos o processo de aprendizagem como se fosse um sistema de gestão de estoques em que quanto mais, melhor. Depositamos nos alunos uma alta carga horária de conteúdos para que os utilizem se um dia precisarem. O problema é que, quando precisarem aplicá-los, é muito provável que nem se lembrem mais dos conceitos básicos e, se lembrarem, é muito provável que estejam obsoletos. Parece fazer muito mais sentido o modelo Just in Time. Nele, menos é mais. O conteúdo não é estocado, mas sim oferecido ao aluno sob demanda, exatamente quando será utilizado. Neste caso, o conteúdo se torna uma ferramenta para ser aplicada na solução de um problema. Estudos mostram que depois de um semestre nossos alunos não se lembram nem de 20% do conteúdo exposto pelo professor em sala de aula. Então, por que ainda somos tão fascinados em cobrir todo o conteúdo de determinadas disciplinas no modelo tradicional, sabendo que boa parte deste conteúdo nunca será utilizado pelos alunos e, se utilizado, estará ultrapassado ou terá que ser revisto? Não há carga horária que seja suficiente neste modelo altamente ineficiente.

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