Arquivo da categoria ‘Gestão Educacional’

Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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O tempo dos aventureiros no mercado de educação brasileiro, especialmente superior, já passou. Com o novo cenário gerado pela pandemia da Covid-19, a escassez de recursos e de financiamentos públicos, o aumento da concorrência e a dificuldade de captação de alunos, as instituições de ensino superior dependem cada vez mais de uma gestão profissionalizada e disruptiva.

​O ambiente competitivo com o qual lidamos diariamente no setor põe em xeque a aplicabilidade das estratégias de negócios organizacionais utilizadas até agora. Por essa razão, a busca por fórmulas e formatos inovadores e eficazes tem envolvido gestores e acadêmicos, ora focados no plano tático da instituição, ora no modelo de negócio e, mais recentemente, focados nas ferramentas de transformação digital.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages
Membro da Academia Brasileira de Educação
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No artigo anterior, “Algoritmo e tomada de decisão”, exploramos a importância da adoção do “Algoritmo dos 37%” e citamos algumas aplicações práticas. Entre elas, o problema da “escolha do assistente”.

Neste artigo, o objetivo é detalhar um pouco mais sobre o tema, explorando detalhes e perspectivas que não foram incluídos no anterior. Em suma, afirmamos que se, a título de exemplo, você tivesse a missão urgente (tempo conta) de selecionar o melhor assistente entre 100 candidatos (esse número pode ser qualquer, quanto maior melhor), uma boa estratégia seria adotar o algoritmo citado, que inclui a “parada ótima” em 37%.

Na prática, a receita seria: entreviste (‘olhe”), sem se decidir, os primeiros 37 candidatos e, a partir do candidato 38 escolha (“decida”) pelo primeiro que for melhor do que todos os anteriores.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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No atual cenário da Covid-19, vivemos várias pandemias. Especialmente em um país nas dimensões do Brasil, cada região apresenta uma realidade e suas particularidades. Aos poucos, governos locais e representantes do setor de Educação se reúnem para definir protocolos e diretrizes para o retorno das aulas presenciais. O foco das soluções deve ser a segurança sanitária e a saúde de alunos, professores e demais profissionais.

A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) fez um trabalho de sensibilização no Ministério da Educação (MEC) que resultou na edição da Portaria nº 544, publicada no Diário Oficial da União em 17 de junho. A norma permite que as aulas remotas sigam até o final do ano, medida que deu mais segurança para que as instituições de ensino superior (IES) façam a programação da volta de acordo com a situação local e as necessidades particulares.

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