Arquivo da categoria ‘Gestão Educacional’

Tales de Sá Cavalcante
Reitor do Centro Universitário Farias Brito (FB UNI)

Membro do Colegiado da ABMES
Valor Econômico, publicado em 31 de agosto de 2020
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Era uma vez, uma tríplice equipe ministerial com elevada capacidade gestora em Educação. Além de inovar no universo educacional brasileiro, observou o que o mundo exterior tinha de bom na área e teve a coragem de implantar políticas equivalentes, inclusive procedimentos avaliativos que afloraram índices tão baixos quanto tradicionais em nosso país. Em compensação, poderíamos, doravante, acompanhar indicadores ao longo do tempo e compará-los com os de outros países.

Paulo Renato Souza, Maria Inês Fini e Maria Helena G. Castro compunham a referida tríade. Em 1988, na era Fernando Henrique, foi oficializada uma de suas iniciativas. Surgiu o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). A exemplo do Baccalauréat (Bac), na França, idealizado por Napoleão Bonaparte I, do SAT (Scholastic Assessment Test) e do ACT (American College Testing), nos EUA, o objetivo era avaliar o estudante, ao final de sua escolaridade básica, em cinco competências: domínio das linguagens, compreensão de fenômenos, enfrentamento de situações-problema, construção de argumentação sólida e elaboração de propostas coerentes.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
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“Para proporcionar um ensino excelente, os professores precisam atingir habilidades sofisticadas e serem capazes de avaliar precisamente os pontos fortes e fracos de cada estudante.”[1]
“No Japão, a formação não acaba nunca: políticas públicas garantem que os professores ganhem novos conhecimentos até o dia de sua aposentadoria. O modelo nipônico mescla diversos tipos de atividades. Os cursos formais são obrigatórios – cada professor precisa fazer pelo menos um por ano.”[2]

Há uma publicação de 2015 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que analisa mais de 450 iniciativas de melhoria do ensino em 34 países com o objetivo de aperfeiçoar seus sistemas educacionais.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Ao entrevistar o empreendedor educacional Antônio Carbonari Netto, para o projeto Movimento Empreendedores de Êxito, do Instituto Êxito de Empreendedorismo, mais uma vez fui encantado pela sua experiência de vida e pelas suas ideias disruptivas sobre educação superior.

Carbonari é um dos pilares do desenvolvimento empresarial da educação superior brasileira, nos últimos 20 anos.

De secretário-geral e pró-reitor acadêmico da Universidade São Francisco (USF), tornou-se em poucos anos um mantenedor de sucesso, consolidando o crescimento da Anhanguera Educacional, hoje parte do grupo Cogna Educação. Liderou a primeira experiência bem sucedida de IPO de uma instituição educacional na Bolsa de Valores, tornando-se presidente do Conselho da maior empresa educacional do Brasil.

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