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Arquivo da categoria ‘Gestão Educacional’

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interdidática – 19/07/2010
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Mais dinheiro público não implica necessariamente melhores índices educacionais

Os últimos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) revelam que o investimento público em educação tem avançado no Brasil; o total de recursos destinados a este fim passou de 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2000 para 5,1% do PIB em 2007.

Contudo, os números, podem mascarar o fato de que isso não tem se traduzido em melhoria da formação de crianças, adolescentes e jovens adultos, o chamado capital humano. Uma das principais causas do problema, vista por especialistas, é a concentração de recursos no ensino superior, prejudicando o investimento no ensino básico e fundamental. Essa diferença acaba por aprofundar, em vez de diminuir, a profunda desigualdade brasileira no acesso à qualificação.

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Luciene Leszczynski
REVISTA ENSINO SUPERIOR – EDIÇÃO 141
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Para especialista chileno, no futuro haverá uma nova definição de universidade, com a divisão dos papéis das instituições

Numa perspectiva em que a qualidade de uma instituição de ensino está diretamente relacionada ao papel que a educação superior cumpre para o aprimoramento pessoal e o desenvolvimento da sociedade como um todo, a busca por parâmetros de qualidade está muito mais relacionada à missão à qual cada instituição está atrelada e ao atendimento de sua função correspondente do que ao propósito meramente qualitativo. Assim entende Kiyoshi Fukushi Mandiola, membro avaliador da Comissão Nacional de Acreditação do Chile, órgão que avalia a coerência dos programas das instituições de educação superior daquele país.

Na ocasião de sua visita a São Paulo para participar de seminário internacional sobre as novas dinâmicas da educação superior, em abril, Kiyoshi conversou com a revista Ensino Superior para falar de qualidade e inovação da gestão nas instituições de ensino. Com 25 anos de experiência em planejamento, implementação e gestão de instituições de educação superior, Kiyoshi é o vice-reitor de Aseguramiento de la Calidad (controle de qualidade) da Universidade San Sebastian.

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Luiz Eduardo da Silva Amaro – Revista Gestão Universitária, Edição 230
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Não digo nenhuma novidade ao afirmar que a imensa maioria das 2.250 instituições de ensino superior (IES) do país oferece um curso de Administração. São cerca de 750.000 alunos matriculados nele. Só porque ensinam Administração, não quer dizer que as próprias instituições não tenham problemas administrativos. Em muitas, aliás, os professores do curso são obrigados a fechar um olho para eles. Casa de ferreiro, espeto de pau. Muitos desses problemas decorrem da forte dinâmica que o ensino superior brasileiro vem apresentando desde o final do século passado, resultado de fatores como: aumento do financiamento público voltado ao ensino superior; consequente aumento da demanda; abertura de novas instituições de ensino; surgimento dos cursos superiores de curta duração (tecnólogos); abertura de capital e profissionalização de grupos educacionais; ingresso de capital estrangeiro no negócio; aumento constante (e justificado) das exigências legais, pedagógicas e administrativas por parte do MEC; consolidação dos ENADEs; gradual aceitação do ensino a distância e, por último, mas não menos importante, inflação sob controle e desenvolvimento econômico sustentado, o que faz com que as pessoas invistam em suas formações, em busca de ascensão social.

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