Arquivo da categoria ‘Gestão Educacional’

Daniel Maia
Business Development Manager para Setor Público e Educação na Microsoft Brasil
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Os alunos que estão na pré-escola hoje, ao se formarem, estarão mais bem preparados para o futuro se tiverem uma base social e emocional sólida desenvolvida em um ambiente de sala de aula personalizado. É o que aponta pesquisa patrocinada pela Microsoft e conduzida pela Prática Educacional da McKinsey & Company.

Buscando avaliar as iminentes mudanças no mercado da educação, a pesquisa ouviu 70 líderes de opinião globais, incluindo pesquisadores, diretores escolares, educadores, coordenadores e CEOs, ao mesmo tempo em que analisou 150 estudos anteriores sobre o tema. Também foram ouvidos dois mil alunos entre 12 e 18 anos e dois mil professores, que responderam à pesquisa ou participaram de discussões em grupo em países como Canadá, Cingapura, Estados Unidos e Reino Unido.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Desenvolver as competências e habilidades do século 21 é um grande desafio. Mete medo e proporciona resistências da maioria de escolas de nível básico e superior. Nesse imenso mundo de possibilidades, muitas escolas estão digitando sua estrutura com hardwares e softwares da última geração. Mas não fazem   o mesmo em seus currículos, metodologias e avalições. (Prof. Rui Fava[1])  

Leio a coluna do biólogo Fernando Reinach publicada no Estadão aos sábados. Em linguagem simples, ele escreve sobre questões de Ciências, Medicina, Meio ambiente e Tecnologia, de maneira compreensível e coloquial. Para explicar o que é Tipping point, ele conta a história do cidadão que ensinava ao seu burro como diminuir de peso, reduzindo a cada dia a sua ração. Até que depois de meses de treinamento, quando o animal estava quase aprendendo, o dono surpreso numa manhã o encontrou morto.

Tipping point é, pois, quando um processo deixa de ser linear e muda abruptamente de direção. É o mesmo quando se coloca numa balança de dois pratos um saco de arroz de um lado e do outro vai se adicionando pesos. De repente o prato dos pesos despenca e a situação é completamente diversa. Leia mais »

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Membro do Conselho Estadual de Educação do PR e coordenador da Universidade Positivo
Foi diretor de escolas e professor da UFPR e da PUCPR
Publicado na Gazeta do Povo, em 3 de novembro de 2019
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Um escritor espanhol do século 18 dizia que, se rei fosse, determinaria às escolas não mais disciplinas de oratória, e sim de “escutatória”. Parafraseando, em analogia, eu diria que, se rei fosse, universalizaria, em escolas públicas e privadas, ações metodológicas capazes de desenvolver a fluência digital e uma elevada cultura tecnológica.

Se algumas de nossas escolas já estão navegando na Educação 4.0 – alinhada às demandas da Indústria 4.0, como inteligência artificial, robótica, programação, espaços maker, gameficação do ensino –, no outro extremo temos escolas cuja única “revolução” se limita a passar do quadro de giz para a lousa branca – que em tom jocoso se diz Educação 2.0.

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