Arquivo da categoria ‘Gestão Educacional’

Renato Casagrande
Consultor da Conquista Solução Educacional
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Entre os muitos aprendizados que essa pandemia vai deixar na área da educação, talvez o maior deles seja a valorização da escola e do trabalho do professor em si, por pais e sociedade em geral. Percebemos uma valorização surpreendente da escola e do seu papel na sociedade porque ficou claro que educar não é nada simples. Foi-se o tempo em que a escola se preocupava ou se voltava mais à educação formal. Hoje, a escola proporciona uma formação integral, o que permitiu aos pais enxergarem o quanto ela faz falta também para o desenvolvimento das crianças. Depois da saúde, é provável que a educação foi o setor mais impactado pela pandemia. E esse impacto se deu porque, além de termos todas as atividades suspensas inicialmente e depois radicalmente transformadas, também temos o enorme desafio da volta, que não será como antes. Para que o retorno às aulas presenciais possam ocorrer, de fato, existem três aspectos fundamentais que precisam ser considerados.

O primeiro diz respeito a todas as normas de higiene que deverão ser adotadas pelas escolas para cuidar de crianças e adolescentes no momento em que as aulas retornarem presencialmente. Hoje, a responsabilidade desse cuidado é da família, mas quando as aulas recomeçarem, essa responsabilidade será também da escola. Sendo assim, todos os professores passam a ser agentes, coordenadores e orientadores de saúde. Além de precisarem dominar e conhecer as novas normas de saúde, ainda vão ter de educar os alunos, informá-los, orientá-los e controlá-los para que os seus comportamentos estejam alinhados com os protocolos atuais de higiene e saúde.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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O tempo dos aventureiros no mercado de educação brasileiro, especialmente superior, já passou. Com o novo cenário gerado pela pandemia da Covid-19, a escassez de recursos e de financiamentos públicos, o aumento da concorrência e a dificuldade de captação de alunos, as instituições de ensino superior dependem cada vez mais de uma gestão profissionalizada e disruptiva.

​O ambiente competitivo com o qual lidamos diariamente no setor põe em xeque a aplicabilidade das estratégias de negócios organizacionais utilizadas até agora. Por essa razão, a busca por fórmulas e formatos inovadores e eficazes tem envolvido gestores e acadêmicos, ora focados no plano tático da instituição, ora no modelo de negócio e, mais recentemente, focados nas ferramentas de transformação digital.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages
Membro da Academia Brasileira de Educação
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No artigo anterior, “Algoritmo e tomada de decisão”, exploramos a importância da adoção do “Algoritmo dos 37%” e citamos algumas aplicações práticas. Entre elas, o problema da “escolha do assistente”.

Neste artigo, o objetivo é detalhar um pouco mais sobre o tema, explorando detalhes e perspectivas que não foram incluídos no anterior. Em suma, afirmamos que se, a título de exemplo, você tivesse a missão urgente (tempo conta) de selecionar o melhor assistente entre 100 candidatos (esse número pode ser qualquer, quanto maior melhor), uma boa estratégia seria adotar o algoritmo citado, que inclui a “parada ótima” em 37%.

Na prática, a receita seria: entreviste (‘olhe”), sem se decidir, os primeiros 37 candidatos e, a partir do candidato 38 escolha (“decida”) pelo primeiro que for melhor do que todos os anteriores.

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