Arquivo da categoria ‘Inovação’

Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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A sala de aula do Futuro será um lugar aberto e mutável onde professores e alunos podem satisfazer as necessidades de introspecção e de amizade, de amor e de divertimento, de beleza e de convívio. É uma ‘academia platônica’ onde se cultiva a teoria e, ao mesmo tempo, uma ‘oficina renascentista’ em que se exercita a prática. É uma comunidade pedagógica onde não se ensina a competitividade destrutiva, mas sim, a competição solidária.” (Domenico de Masi)

 Já comentei outras vezes aqui neste blog da ABMES (A escola nas nuvens) as atividades do consultor de educação tecnológica Vanderlei Martinianos que dá o alerta: “Preparem-se para a quinta revolução industrial”.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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O que vem à sua mente quando você pensa em inovação? A grande maioria das pessoas irá pensar em mudanças. O conceito de inovação é bem variado e depende da sua aplicação. Mas, se pudermos definir de uma forma sucinta e clara, inovar é explorar, e fazer dar certo, novas ideias.

Inovar é essencial para gerar vantagens competitivas e para a sustentabilidade das empresas. A inovação é capaz de agregar valor aos produtos de uma empresa diferenciando-a das outras existentes no mercado. Entretanto, quando relacionamos inovação às empresas, a inovação precisa ser uma cultura que começa com processos claros, ferramentas eficientes e um time multidisciplinar.

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Foto: Daniel DereveckiDaniel Medeiros
Doutor em Educação Histórica pela UFPR
Consultor de conteúdos em Humanidades e professor no Curso Positivo, em Curitiba

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Vivemos na era das incertezas. Essa expressão tornou-se comum não porque as incertezas tenham passado a existir só agora, mas porque se multiplicaram exponencialmente nas últimas décadas. Como sabemos, nunca tivemos certeza de nada, exceto da morte. Agora, nem isso. Já se fala em escaneamento da consciência, uma espécie de pendrive que seria conectado a um androide e permitiria que vivêssemos e vivêssemos long time. Ficção Científica? Não. A ficção tornou-se o nome do que ainda não foi realizado e não mais do fantasioso e do mirabolante. E todas as mudanças mudarão as pessoas e as coisas em volta delas. Como entender e participar desse mundo?

É fato que há 30, 40 anos, quando pensávamos no futuro, apareciam na tela de nossa imaginação não mais do que umas seis ou sete possibilidades de trabalho: médico, engenheiro, advogado, militar, funcionário do Banco do Brasil ou de algum cartório, motorista de ônibus ou ajudar o pai na loja (lembrando que astronauta e arqueólogo eram profissões desejadas em um tempo ainda mais remoto). Agora, o problema é que, diante da mesma pergunta, são dezenas as profissões possíveis, muitas das quais ainda nem têm nome, outras conhecemos de ouvir falar mas não sabemos exatamente quais habilidades seriam necessárias para exercê-las: energias renováveis, inteligência artificial, manipulação genética, robótica, internet das coisas, etc. e tal. Jovens miram perplexos o horizonte dos próximos anos e se perguntam: vai ter lugar para mim?

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