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Arquivo da categoria ‘Inovação’

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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“Eu nasci há dez mil anos atrás e não há nada nesse mundo que eu não saiba de mais”, canta Raul Seixas. “Eu nasci há 800 anos”, digo eu, e não há nada nesse mundo que eu não saiba de menos.

Tenho vivido, nos últimos anos, na proporção de dez anos em cem. Isso em decorrência desse progresso tecnológico avassalador, especialmente no campo da eletrônica. O celular está ao alcance da grande maioria, assim como o caixa eletrônico, o cartão de crédito, o controle remoto. Analfabeto de letramento e analfabeto tecnológico, ambos são hoje carentes de inclusão. Inimaginável há algumas décadas um anúncio como este: “Manutenção de computador, monitor, notebook, impressora, celular, máquina digital, tablet, CFTV, televisor, vídeo game, aparelhos eletrônicos; backup, upgrade, antivírus, formatação.” Na Copa do Mundo a tecnologia julga o juiz.

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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Em julho próximo, ocorrerá a 70ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Maceió, Alagoas. No dia 26/07, quinta-feira, das 15h30 às 18h, participo na Mesa-Redonda “Mulheres na Ciência”. Sendo o único palestrante do sexo masculino, escolhi, naturalmente, homenagear uma mulher cientista. Deparei-me com textos impressionantes descrevendo uma pensadora singular, precursora em vários aspectos e por certo uma pioneira na ciência. Portanto, este Tributo a Hildegard von Bingen, considerada a monja beneditina que no século XII uniu o céu e a terra, é uma modesta forma de homenagear a todas as cientistas que romperam barreiras e preconceitos ao longo de todos os tempos.

Hildegard, nascida em 1098 na Alemanha, viveu até os 81 anos de idade. Em 1584, foi canonizada pelo papa Gregório XIII, em ato administrativo e sem processo formal, tendo o papa Bento XVI, em 2012, reafirmado oficialmente sua santidade, ao mesmo tempo em que a proclamou Doutora da Igreja.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi*
Coordenador da Universidade Positivo
Foi professor da UFPR, PUCPR e vice-presidente da ACP
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A Universidade de Stanford iniciou as atividades letivas em 1891, num legado do casal Leland e Jane Stanford à memória de seu filho único, que faleceu com apenas 15 anos de febre tifoide quando passavam férias em Florença, na Itália. Leland Stanford, empresário, senador e governador da Califórnia, dedicou a essa empreitada parte de sua fortuna, adquirida como um dos big four construtores de ferrovias dos EUA, inclusive parte da fazenda onde residia o casal, em Palo Alto, hoje com área de 3.310 ha.

A concepção da universidade mereceu um planejamento meticuloso de cinco anos e a participação de um dos mais conceituados arquitetos do país, que assina também o projeto do Central Park de Nova Iorque. À época, na região escolhida predominava a exploração de minas de ouro, e a Califórnia como um todo era tida como terra inóspita, de caipiras.

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